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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Malba Tahan

(Paulo Mansur)

O nome de Malba Tahan está gravado no coração de cada um dos sírios e libaneses do Brasil. É ele a grande figura intelectual brasileira que dedicou sua vida e seu talento à divulgação das coisas orientais em língua portuguesa. Nos seus livros, verdadeiros relicários, repletos de jóias lindíssimas, ele tem mostrado sempre um amor imenso pela raça oriental, consagrando em páginas de beleza imortal todas as virtudes dos povos de raça arábe, ressaltando a sua lealdade, a sua sabedoria, a sua bondade, a sua gratidão e o seu heroísmo. Podemos mesmo afirmar que é através dos livros de Malba Tahan que todos os brasileiros conhecem o oriente.
Revestido de uma imensa força de sugestão e poesia, os seus contos e romances têm aproximado o povo brasileiro do espírito oriental, prestando um serviço extraordinário à divulgação da cultura arábe no Brasil.
Cada criança brasileira tem em Malba Tahan o seu amigo, aquele que lhe vem contar lendas maravilhosas, passadas em países de sonho, vividas por personagens de uma raça heróica, leal, boa e sábia. É, pois, pela mão de Malba Tahan que o oriental entra no coração dos brasileiros. Por tudo isso, é Malba Tahan digno da nossa admiração ilimitada, digno do lugar que ocupa no coração de cada um de nós. Malba Tahan é quase uma figura de lenda. É um escritor que sabe tecer suas histórias com o coração, e sabe fazer de sua pena um motivo de terna e suave beleza.

Fonte: TAHAN, Malba. Os melhores contos. Rio de janeiro : Record, 1997.

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O que significa trabalho em equipe?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)