CONTOS, CANTOS E ENCANTOS (HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS E ADULTO), ESPAÇO ONDE COMPARTILHAREI NARRATIVAS, INDICAÇÕES DE LIVROS E EVENTOS. "VAMOS INCENTIVAR O HÁBITO DE LEITURA!"

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domingo, 29 de janeiro de 2012


Vivemos em contato com as histórias em nossa vida. Elas estão em toda parte. Informam, distraem, ensinam, nos comovem profundamente, transformando e nos aproximando dos outros. Elas nos propõem um conhecimento novo.

As histórias profundas e sagradas nos ligam com nossas raízes antepassadas, nos tocam, fazendo-nos pensar sobre o que é importante. Elas nos comunicam por meio dos sonhos, metáforas, verdades profundas sobre os mestres da vida. Ao ouvirmos histórias tornamo-nos conscientes de que nos foi comunicada uma profunda lição.

As histórias sagradas carregam uma energia através das imagens – uma verdade, um insight, uma emoção que penetra em camadas profundas do nosso ser e nos liga ao passado e com forças primitivas e poderosas – elas são uma presença viva do mundo espiritual.

As histórias surgem do silêncio, de nosso interior, são as palavras de nossos antepassados, ao dimensionar o pensar vivo, equilibramos as emoções, e damos uma nova certeza em nossa vida, recuperando nosso destino – e este é o poder das histórias em nossas vidas.


CREDO DO CONTADOR DE HISTÓRIAS


 
CREDO DO NARRADOR ORAL 

Creio no contador, como memória viva do amor e creio em seu filho, e no filho de seu filho, e no filho de seu filho, porque eles são a estirpe da voz, os criadores da terra e do céu das vozes: voz das vozes.
 

Creio no contador, concebido nos espelhos da água, nascido humilde, tantas vezes negado, tantas vezes crucificado, porém nunca morto, nunca sepultado, porque sempre ressuscitou dos vivos congregando-os a ser: xamã, fabulista, contador de histórias...

Creio na magia que na entrada das cavernas acendeu o primeiro fogo que reuniu como estrelas: o assombro, o tremor, a fé.

Creio no contador, que desde os tempos tribais a todos antecedeu para alcançar-nos por que é.

Creio em suas mentiras fabulosas que escondem fabulosas certezas, no prodígio de sua invenção que vaticina realidades insuspeitas, e também creio na fantasia das verdades e nas verdades da fantasia, por isso creio nas sete léguas das botas, na serpente que antes foi inofensiva galinha, e no gato único no mundo, aquele gato que ao miar lançava moedas de ouro pela boca.

Creio nos contos de minha mãe, como minha mãe acreditou nos contos de minha avó, como minha avó acreditou nos contos de minha bisavó e recordo a voz que me contava para afastar a enfermidade e o medo, a voz que recordava os conselhos entesourados pela mãe para passá-los ao filho;

http://www.casadocontadordehistorias.org.br/images/spacer.gif— Não te desvies do teu caminho.
http://www.casadocontadordehistorias.org.br/images/spacer.gif— Nunca faças de noite o que possas te envergonhar pela manhã.

Creio no direito da criança escutar contos; e mais, creio no direito das crianças vivas dentro dos adultos de voltar a escutar os contos que povoaram sua infância; e mais, creio nos direitos dos adultos desde sempre e para sempre de escutar contos, outros novos contos.

Creio no gesto que conta, porque em sua mão desnuda, despojadamente desnuda, está o coelho.

Creio no tambor que redobra, porque o que haveria sido do mundo se não tivesse sido inventado o tambor, se a poesia não reinventasse o mundo dentro de nós, se o conto, ao improvisar o mundo, não o reordenasse, se o teatro não desvelasse a cerimônia secreta das máscaras e por isso...

Por que creio, narro oralmente.

Creio que contar é defender a pureza, defender a sabedoria da ingenuidade, defender a força da indagação.

Creio que contar é compartilhar a confiança, compartilhar a simplicidade como transparência da profundidade, compartilhar a linguagem comum da beleza.

Creio que contar É AMOR.

Garzón Céspedes

sábado, 28 de janeiro de 2012

Os Compadres Corcundas
Nova história "Os compadres corcundas" Leiam no blog:
http://claudiacantoeconto2.blogspot.com/

sábado, 7 de janeiro de 2012

Luvas de histórias

Rapunzel
Dona Baratinha
A Joaninha diferente
A cigarra e a formiga
As princesas
O patinho feio
A corujinha branca
João e Maria
Chapeuzinho Vermelho
Cachinhos de ouro
Arca de Noé
Os três porquinhos

Este material foi confeccionado por mim com EVA, feltro.

Olá

Feliz ano novo para todos.
Postei uma nova história no Claudia canto e conto 2 o link é:

http://claudiacantoeconto2.blogspot.com/2012/01/centopeia-e-seus-sapatinhos-milton.html

Visitem!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

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Histórias para ler e viajar pelo imaginário

- O que significa trabalhar em equipe?
- A princesa e a ervilha

O que significa trabalho em equipe?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)