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sábado, 6 de julho de 2013

Para amar os livros

Saiba como incentivar seu filho a ler, um hábito fundamental para quem deseja escrever bem, enriquecer o vocabulário, desenvolver a criatividade e muito mais!

"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história."

A frase acima, da autoria de Bill Gates - o fundador da Microsoft, que revolucionou o computador pessoal e um dos homens mais ricos do mundo - expressa perfeitamente a importância dos livros e da leitura na vida de todos. Quem lê desde cedo só tem a ganhar: aprende a escrever melhor, turbina a imaginação, enriquece o vocabulário, desenvolve o raciocínio, o senso crítico e muito mais. "O hábito da leitura ajuda a manter o rendimento escolar em um nível alto, além de despertar no estudante uma nova postura sobre tudo aquilo que o mundo apresenta", revela Lucilei spitaletti, professora do Ensino Fundamental do Colégio Santa Maria, em São Paulo (SP).

Ler é, sobretudo, uma grande fonte de prazer em todas as fases da vida. Pode parecer exagero, mas tomar contato com os livros desde bebezinho faz toda diferença para o futuro adulto, tanto sob o ponto de vista mental quanto emocional. Pegar o filho no colo, abrir as páginas cheias de desenhos coloridos, ler em voz alta, mudar a entonação, rir... São momentos mágicos que levam o pequeno a aprender a amar a leitura e, de quebra, fortalecem os laços de afeto entre pais e filhos.

O educador francês Daniel Pennac, na obra "Como um romance" (Editora Rocco), afirma que, quando o pai senta ao lado do filho para ler um conto de fadas, estabelece-se uma tríade - livro, leitor e ouvinte/leitor - e esse tipo de experiência fortalece as relações familiares, afinal, todos vão se divertir juntos. "Trata-se de um momento de enorme aconchego e troca', acrescenta a escritora Heloisa Prieto, autora, ente outros, do livro "Lá vem história" (Companhia das Letras).

Vinte minutos por dia

Nos Estados Unidos, por exemplo, há uma campanha de incentivo à leitura, da Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation), cujo slogan pode tranquilamente ser adotado por aqui: "Leia como uma criança. São os 20 minutos mais importantes de seu dia". Não é preciso ler por muito tempo, mas é fundamental inserir a leitura na rotina da criança e da família. O educador Celso Antunes, autor de vários livros, como "A Linguagem do Afeto" (Papirus Editora), reforça o valor dessa atitude: "O gosto pela leitura e a paixão pelos livros é um comportamento adquirido no lar e na escola. Entretanto, a ação dos pais, desde que continua e persistente, tem um poder imenso na conquista e na preservação desse comportamento'. E essa constatação foi comprovada por meio da pesquisa. No estudo Retratos da Leitura no Brasil, realizado em 2007 pelo Instituto Pró-Livro, os entrevistados afirmaram que foram incentivados a ler, em primeiro lugar, pela mãe (49%), seguido pela professora (33%) e o pai (30%). Os leitores disseram, ainda, que se habituaram a ver os pais lendo em casa e lembram que a infância e a adolescência foram os períodos em que mais tinham contato com os livros.

Aventuras desde o berço

Como se deve ler para os pequenos? A princípio, eles veem o livro como um brinquedo a ser explorado, amassado, mordido e até mesmo rasgado. Por isso, comece oferecendo obras mais duráveis e de fácil manuseio, como os livros cartonados, de tecido ou plástico, com muitas figuras de animais e imagens coloridas. Assim, eles iniciam os primeiros contatos com ilustrações e palavras escritas.

Era uma vez...

Para crianças em fase de pré-alfabetização, o ideal é ler em voz alta histórias de livros cheios de ilustrações e pouco texto. Mas, à medida que elas vão crescendo e se interessando, apresente os contos mais elaborados. Vale criar um ritual para a leitura, reservando um momento do dia e um espaço especial na casa. Ao ler, abuse da emoção e dê entonação de voz diferente para cada personagem. Isso deixa o conto mais atraente e emocionante.

O prazer de saber ler

O incentivo deve continuar mesmo quando a criança já está alfabetizada. "Aproveite essa nova habilidade e peça para seu filho ler um parágrafo e depois você lê o próximo", sugere a professora Lucilei. Vale a pena também bater papos sobre leitura, perguntar o que ele gostaria de ler, visitar livrarias e bibliotecas. "É importante, no entanto, que essa rotina não seja obsessiva e que o diálogo não gire em torno apenas de leituras, mas o tema sempre deve aparecer nas conversas, mostrando à criança como você se interessa por ela e pelo assunto", esclarece o educador Celso.

Qual livro ler?

"Ninguém escolhe um título melhor do que a própria criança. Ao adulto cabe um papel crítico de aceitação ou não", diz Celso. "Os pais devem sugerir a opção de busca e ajuda a criança nessa seleção". A escritora Heloisa Prieto completa: "Existem leitores mirins que se interessam por aventuras, outros por fantasia, há quem prefira poemas, histórias sobre a vida dos animais e até contos de assombração. Ao longo da vida, o gosto pode mudar ou permanecer". Uma opção é levar o filho às livrarias e às bibliotecas e deixá-lo folhear diversas obras, até decidir quais gostaria de ler. “Coloque uma estante no quarto da criança e ajude-a preenchê-las com o que escolheu”. À medida que ela cresce, é bom reservar um valor da mesada para a compra de livros, conclui.


Um comentário:

  1. COM CERTEZA O GOSTO PELA LEITURA É IMPORTANTE! EU SEMPRE INCENTIVEI E LI PARA MEU FILHO...ESCOLHI A HORINHA ANTES DE IR DORMIR, DEITAMOS, LEMOS UM POUCO, E PARAMOS EM UMA PARTE INTERESSANTE, ASSIM, ELE SE INTERESSA EM CONTINUAR NO OUTRO DIA...LEITOR ASSÍDUO, É MUITO ELOGIADO NA ESCOLA( ESTÁ NO 4º ANO), PELA PROFESSORA, POIS TEM UM EXCELENTE VOCABULÁRIO.

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Histórias para ler e viajar pelo imaginário

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O que significa trabalho em equipe?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)