
AMO MEU BLOGUINHO


segunda-feira, 28 de março de 2011
Resposta sobre o curso de Contadores de Histórias
domingo, 27 de março de 2011
Hora do conto - Dengue
quinta-feira, 17 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Oração do Bibliotecário

Senhor, tu me deste o dom da paciência e,
Mais do que ela, o de ouvidor;
De silenciar e de achar justificativas
Para cada "típico" usuário da informação
Que busca o meu auxílio.
Eu sou o elo entre a informação e a necessidade do usuário.
Eu sou o seletor dos documentos.
Eu sou o intérprete dos desejos alheios.
Faze, Senhor, que eu me policie diante da vontade
De interferência na necessidade de outrem.
Eu sou o leitor telegráfico e assíduo de tudo a que tenho acesso.
Faze, Senhor, com que eu saiba discernir entre o necessário
E o desnecessário, a fim de atender às pessoas.
Eu sou o protagonista de cenas isoladas e pesquisas exaustivas.
Faze, Senhor, com que eu possa ser assistido
Pelas pessoas certas.
Senhor, permite que eu me mantenha fiel
Ao compromisso de informar, indistintamente,
A todos que procurarem por uma informação.
Permite que eu não vacile diante dos trabalhos exaustivos.
Que eu não esmoreça diante das críticas.
Que eu não duvide da capacidade
De servir aos amantes da informação.
Permite que eu seja criativa a cada novo sol,
E, quando dele me afastar,
Seja porque me aproximei de ti para sempre.
Amém!
Autora: Maria Aparecida Sell
CRB-14/056
Santa Catarina
sexta-feira, 11 de março de 2011
Dia 12 de Março - Dia do Bibliotecário


terça-feira, 8 de março de 2011
A fadinha das flores - Sheila Jorge

Era uma vez uma floresta encantada, onde moravam várias fadinhas, cada qual com um poder específico.
Tinha a fada do vento que balançava as árvores e dava movimento às plantas, a fada da água que utilizava seu poder para cuidar das águas do grande rio da floresta e dos peixinhos que moravam lá, a fada que falava com os animais e os ajudava a resolver todos os seus problemas e muitas outras…
Só que existia uma pequena fadinha que ainda não tinha descoberto o poder da sua magia.
Suas asas ainda não tinham crescido e ela ainda não sabia voar.
Ficava tentando falar com os animais, agitar o vento ou controlar as águas do rio, mas nada acontecia.
Saiu andando pela floresta, meio triste, coitadinha, pois achava que não servia para nada, que não tinha era poder nenhum.
Até passar por um lindo campo repleto de flores que ficaram muito alvoroçadas ao vê-la passar.
Ela ficou meio surpresa com a recepção das flores e disse com todo carinho:
- Bom dia, florzinhas!
E elas responderam em coro:
- Bom dia, querida fada das flores!
- Fada das flores, eu?
- Sim! e nós estávamos ansiosas esperando você chegar…
- Mas… vocês me conhecem?
- Claro que sim! nós vimos você nascer e a escolhemos para ser nossa fada madrinha!
- Mas eu não tenho nenhum poder, não posso ajudá-las em nada, sinto muito.
- Poder? você não imagina o poder que tem no seu coração, fadinha!
- Sério? então vocês podem me ajudar a usá-lo?
Então as flores pediram que ela se concentrasse e erguesse suas mãos, com pensamento positivo e desejando no fundo do coração que uma magia boa acontecesse sobre as flores.
De repente as flores que estavam ainda fechadas desabrocharam com cores lindas e as que estavam já ficando murchinhas recuperaram sua beleza e um perfume maravilhoso!
A fadinha não estava acreditando no que estava acontecendo, até que suas asas começaram a crescer, nas cores do arco-iris, e ela começou a voar, jogando sua magia sobre as flores que em retribuição jogaram algumas pétalas para o alto.
A fadinha teve uma idéia: recolheu as pétalas num cestinho e voou até a cidade mais próxima, jogando-as sobre as casas e pessoas para ver o que acontecia.
Uma pétala caiu sobre uma casa onde um casal estava brigando, quase se separando e quando aquela pétala tocou na casa deles imediatamente se abraçaram e fizeram as pazes, deixando muito felizes seus filhinhos.
Outra caiu em baixo de uma ponte onde moravam algumas crianças abandonadas e um casal sem filhos que ia passando pelo local de carro parou e as convidou para morarem em sua casa, formando assim uma linda família.
E assim, por onde a fadinha jogava suas pétalas encantadas, muitas coisas boas iam acontecendo.
Ela então entendeu que o poder da sua magia, que ela tanto procurava, estava o tempo todo dentro do seu coração: era o AMOR!
Meu nome é Sheila Jorge, moro no Rio de Janeiro e sou Analista de Marketing por profissão e blogueira de coração.
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher - 08 de Março

Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher,
Que chora e que ri
Mulher que sonha...
Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...
Para você, Mulher tão especial...
Feliz Dia Internacional da Mulher!
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Pierrot apaixonado


Pierrot Apaixonado
Noel Rosa/Heitor dos prazeres
Um pierrô apaixonado
Que vivia só cantando
Por causa de uma colombina
Acabou chorando, acabou chorando
A colombina entrou num butiquim
Bebeu, bebeu, saiu assim, assim
Dizendo: pierrô cacete
Vai tomar sorvete com o arlequim
Um grande amor tem sempre um triste fim
Com o pierrô aconteceu assim
Levando esse grande chute
Foi tomar vermute com amendoim

Um pierrô apaixonado
Que vivia só cantando
Por causa de uma colombina
Acabou chorando, acabou chorando
A colombina entrou num butiquim
Bebeu, bebeu, saiu assim, assim
Dizendo: pierrô cacete
Vai tomar sorvete com o arlequim
Um grande amor tem sempre um triste fim
Com o pierrô aconteceu assim
Levando esse grande chute
Foi tomar vermute com amendoim
Conto de Carnaval


Histórias para ler e viajar pelo imaginário
- A princesa e a ervilha

O que significa trabalho em equipe?
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)