

AMO MEU BLOGUINHO


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Resposta para um comentário anônimo
Mais Histórias de Natal

segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Histórias de Natal

terça-feira, 1 de novembro de 2011
Programação Novembro na Biblioteca E.M. do Grajaú
EXPOSIÇÕES:
Exposição Permanente: "Projeto Folclore Sempre" Literatura e objetos do Folclore Brasileiro
Exposição de Obras de Contos de fadas
OUTRAS ATIVIDADES
Gibiteca: Diariamente – 2ª a 6ª feira de 9 h as 17 h
Hora do Conto : “Dengue” / Contos de fadas - Sexta-feira - 10h e 15 h
"Projeto Folclore Sempre" - Lendas e mitos do folclore brasileiro Com Claudia Gomes - 14/08 - Sexta-feira- 10h e 15 h
Curso de Contadores de Histórias “A Magia de Contar Histórias” com Claudia Gomes ( O curso será ralizado de 03\08 até 30\11\2011, uma vez na semana, sempre quarta-feira na Biblioteca Inscrições antecipadas e limitadas em 25 pessoas )
Paixão de Ler : 09/ 11(Quarta-feira) - 15h – Crônicas do Rio – Apresentadas pelos alunos do Curso de contadores de histórias “A magia de contar histórias, direção de Claudia Gomes
11/ 11 (exta-feira) 10h e 15 h – Crônicas do Rio adaptadas para o público infantil com Claudia Gomes
sábado, 29 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Amigos para sempre

domingo, 16 de outubro de 2011
Vamos combater a Dengue Pessoal!!!!

O Mosquito dengoso (Zeneide Lima)
(Vale a pena conferir o livro as ilustrações também são muito bonitas)
Dona cutia, todos os dias acordava bem cedinho para procurar tucumã na mata. Era seu fruto favorito!
Sentava à sombra de uma árvore e passava a manhã inteira roendo e roendo o frutinho delicioso.
Naquela manhã, estava ela em sua atividade preferida quando espantou-se com o canto altíssimo de Dona Saracura.
- Quiricó, quiricó, quiricó-có-có.
- Ai que susto a senhora me deu, cantando alto desse jeito, amiga saracura!
- Ah, me desculpe, Dona Cutia, mas vim lhe contar uma coisa que me deixou muito preocupada.
- O que foi, amiga?
- O jacaré me disse que tem um mosquito estrangeiro que veio do Egito para a nossa mata e que está infestando nossos bichos e até os seres humanos com uma doença que pode até matar.
- Que horror, Dona saracura!
- Pois é, amiga cutia. Estão dizendo que esse mosquito é muito metido a besta. Só gosta de água limpinha e parada. Fiquei preocupada com o amigo jacaré que mora naquela lagoa enorme.
- Nossa, Dona Saracura, é mesmo, temos que avisar ao compadre Caranguejo pois onde ele mora também tem muita água parada.
- E a senhora sabe o nome dessa doença?
- Não, mas o jacaré disse que quem pega essa doença fica todo dengoso, é uma tal de denguice paca, denguice pra lá que não se agüenta levantar para nada.
- Temos de tomar providências, Dona saracura!
E as duas saíram apressadas à procura do Professor Papagaio e o encontraram pousado em uma árvore, no meio da floresta.
Dona saracura foi logo dizendo:
- Seu Papagaio, o senhor não pode imaginar o perigo que estamos correndo. Tem um bicho estrangeiro que transmite um tal de “dengo”, e vamos todos morrer de denguice. O Seu Jacaré me disse que não tem certeza se é mosquito mesmo ou se é um bicho bicudo. Eu até pensei em seu Tamanduá, pois ele é que tem um focinho comprido!
O Professor Papagaio disse:
- Se acalme, Dona Saracura. Não vamos fazer um julgamento precipitado, vou saber tudo sobre essa doença agora mesmo.
O Professor Papagaio voou até um hospital na cidade mais próxima e ficou ali, olhando tudo, ouvindo conversas e pulando de janela em janela para não perder nada. Ouviu tudo que os médicos disseram sobre a dengue.
E no dia seguinte, pediu para Dona Saracura reunir os homens que moravam ali perto e os bichos da floresta.
Todos estavam preocupados e perguntavam:
- como este bicho entrou na mata sem que ninguém visse?
- Não adianta mais jogar inseticida neles?
- Será que vamos morrer?
E era um disse que disse, um cochicho aqui outro ali e mais os homens e a bicharada se apavoravam.
– Muita calma, minha gente!, disse o Papagaio.
- Agora já sei de tudo. O nome desse mosquito é Aedes Aegypti, e tem esse nome porque veio do Egito.
- Aedes a...a...a...o quê Professor?
- Aedes Aegypti , Dona Saracura!
– Ah, então meu amigo Jacaré tinha razão. Esse mosquito é estrangeiro mesmo!
– Sem dúvidas, Dona Saracura! Ele se espalhou pelo mundo a partir da África há muitos anos atrás. Primeiro veio para as Américas nos navios negreiros e depois foi para a Ásia. Hoje é encontrado em todas as áreas de clima quente do mundo, inclusive aqui no Brasil. E o nome da doença não é “dengo”, e sim dengue.
- Mas e os bichos, o que podemos fazer para nos proteger?
– Não precisamos nos proteger Dona Cutia, a dengue não é transmitida para os bichos, apenas para os seres humanos e eles não ficam “dengosos” e sim doentes com febre, dor de barriga, dor de cabeça e uma dor muito forte nos ossos. A dor é tão grande que em alguns lugares do país esta doença é chamada de “quebra-ossos” e pode até matar.
- Mas então como vamos ajudar os homens?
- Calma, não vamos nos desesperar. Temos que aprender a combater o mosquito e a melhor forma é eliminando a larva dele. A fêmea gosta de pôr seus ovos em água parada e limpa, e durante a gestação pica os homens para se alimentar.
- Nossa Professor, esse mosquito mais parece um morcego-vampiro!
- É Dona saracura, ele é muito perigoso e quando a fêmea se alimenta é que a doença é transmitida, pois, se pica uma pessoa contaminada, vai se espalhando a doença. Os humanos têm que aprender a combater estes monstrinhos.
- Mas como, Seu Papagaio?
O verdinho chamou os homens e aconselhou.
- voltem à cidade e digam a todos que não devem deixar água acumulada em pratos, pneus velhos e garrafas. Tampar bem as caixas-d’água, verificar as plantas que acumulam água.
A água parada parece limpa, mas não está. Existem muitos micróbios que se acumulam nestes locais e servem de alimento para que as larvas se desenvolvam.
- E mesmo com todos estes cuidados, para manter o mosquito bem longe, é preciso também que fiquem de olho nos vizinhos e, a qualquer sinal de criadouro do mosquito, os homens devem ser solidários e ajudar uns aos outros. Só assim vão vencer o mosquito.
A saracura cutucou a Cutia e disse muito orgulhosa:
- Mas que papagaio esperto, amiga Cutia!!!
Os bichos e os homens agradeceram ao Professor Papagaio por todos os conselhos. Agora, eles já sabiam o que deveriam fazer. Sabiam que as fêmeas picam os humanos e transmitem a doença e que gostam de lugares escuros. E, a partir daquele dia, se organizaram para combater o mosquito e, em pouco tempo, já não se via mais nenhum pneu velho acumulando água, os pratinhos das plantas tinham areia, as caixas-d’água estavam bem lacradas e protegidas por telas e os vizinhos se ajudavam e cuidavam do local onde viviam.
Os bichos da floresta ficaram muito tranqüilos e olhavam com satisfação o trabalho dos homens e com orgulho para o Professor Papagaio.
E o mosquito da dengue? Bem... desse, nunca mais se ouviu falar.
sábado, 15 de outubro de 2011
Maratona de Histórias SME - 2ª CRE
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Curso Magia de contar histórias
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Curso Magia de contar histórias
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Conselhos do Pequeno Príncipe : Claudia recebeu um conselho do Pequeno Príncipe no facebook


Histórias para ler e viajar pelo imaginário
- A princesa e a ervilha

O que significa trabalho em equipe?
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)