
AMO MEU BLOGUINHO


quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
UMA HISTÓRIA DE BRUXA.

Primo disse :- sim quero aprender.
Primo aprendeu a fazer todos os tipos de magia, uma delas a que mais ele fazia era desfazer as que a bruxa da floresta negra havia feito, ela gostava de fazer os coelhos virarem sapos gigantes, que morriam de fome por não terem tanto mosquito para ele comerem,a bruxa era muito malvada.
Mas o que Primo demorou para desfazer foi um feitiço que a bruxa lançou para a pobre Beatriz camponesa da humilde que induzia a um sono profundo.Com a ajuda do Mago Branco Primo desfez o feitiço e se casou com a camponesa, que o amava muito, e o ajudava em sua obra contra a bruxa , mas Primo nem o Mago Branco , sabiam que Segundo era um aliado da malvada.

O encontro dos dois irmãos foi surpreendente,em uma noite de lua cheia segundo veio na casa da camponesa para refazer o feitiço, não a encontrou mais no local e saiu voando na vassoura que a bruxa o havia presenteado, e saiu as catas da camponesa esperando encontrar uma pobre e indefesa vitima, mas tal foi sua surpresa em ver que ela estava dormindo ao lado de seus irmão, ele observou a aliança nas mãos de ambos, ficou com um ódio profundo de Primo e lançou um feitiço cruel em que ambos se odiariam para sempre e a discórdia , fulminasse o lar e os corações de ambos e que a infelicidade fosse servida como o prato mais apetitoso do dia.
Então o coração de Primo e o coração de Beatriz começaram a brilhar, uma luz branca fosforescente começou a se irradiar por todo o quarto e Segundo fugiu em sua vassoura assustado.Contou para a bruxa o acontecido, ela disse que o amor de seu irmão por Beatriz e esta por ele impediam o feitiço de ser concretizado.Então a bruxa lançou na vila o feitiço das ratazanas, que começaram a devastar o alimento da Vila dos Humanos, e comiam tudo a sua frente e ate a madeira das casas elas comiam, muitos ficaram sem um teto para se abrigar ,porque as ratazanas comiam tudo.
O povo chorava em desespero então o Mago branco e Primo conseguiram fazer um encantamento para espantar as malditas que foram devorar a casa da bruxa e a deixaram sem casa.A bruxa pela primeira vez chorou e rogou uma praga na vila que nenhum pé de batata nasceria mais e nenhum agricultor iria sentir o gosto saboroso das batatas em sua mesa por sete anos.O povo trabalhava muito e gostava da terra e ficaram muito tristes por causa das colheitas que não vingavam, o Mago Branco havia saído da Vila e estava viajando, durante dois anos o povo passou fome.
Quando o Mago Branco chegou a Vila encontrou muitos bem magros, pensou que uma doença os estava afetando, quando descobriu que a bruxa havia feito um feitiço maligno ele pegou 3 batatas banhou em uma poção e a plantou e está resistiu a praga , o povo ficou contente e começaram a plantar as sementes que o Mago Branco havia trazido e em pouco tempo a Vila se tornou muito prospera e o povo feliz comemorava.
E Segundo soube , ficou com tanta raiva do irmão que resolveu matá-lo, a bruxa concordou imediatamente preparando uma poção de veneno, e a ainda se transformou em uma linda moça, e foram a Vila , mesmo com todas as maldades de Segundo ,Primo o havia perdoado, e quando ele eles estavam reunidos em volta da mesa farta , Segundo propôs um brinde com o vinho que ele havia trazido, mas o Mago Branco e Beatriz desconfiaram, da mudança repentina de comportamento de Segundo , e ficaram atentos aos movimentos deste,quando ele colocava a poção de veneno no copo de Primo, Beatriz trocou os copos imediatamente fingindo que um estava com uma pequena formiga e tirou para limpa-lo e como sua manga de seu vestido era bem grande , ela trocou os copos imperceptivelmente, antes, de pegar o seu e brindou com o cunhado com tranqüilidade.Mas sabe quem pegou o copo com veneno?
A bruxa que em poucos minutos morreu com a poção que ela mesmo havia preparado, Segundo chorou sua morte, e depois que a enterraram ele foi morar em um reino distante, dizem que Segundo se arrependeu verdadeiramente de suas maldades, e que com o passar do tempo ele se tornou um homem bom, que em vez de maltratar os animais ele os protegia.Outros ainda diziam que com o passar do tempo Segundo começou a ver que ele era humano e que os animais da floresta amavam o irmão porque ele era bom , e na solidão de seus pensamentos e na floresta, começou a refletir sobre suas ações, e sem a malvada bruxa para o aconselhá-lo a fazer maldades ele modificou seu comportamento se tornando bonzinho.
Outros viam de vez em quando um velhinho gentil, andando pela floresta soltando animais presos por homens malvados e que desaparecia sem deixar vestígios.E Segundo se tornou uma lenda contada pelos filhos de Primeiro.Fonte: escrevendo para meu grande amor
Publicado no Recanto das Letras em 10/12/2007Código do texto: T772191
( http://recantodasletras.uol.com.br/infantil/772191 )
Halloween
Halloween - Dia das Bruxas
História do Dia das Bruxas, tradições e símbolos do halloween, tradições, origem da festa, significados, Halloween no Brasil, comemoração, dia 31 de outubro.

Símbolos dos Halloween
Introdução
O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
História do Dia das BruxasA história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).Símbolos e TradiçõesEsta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.Halloween no BrasilNo Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).
Fonte: ( http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/halloween.htm)
sábado, 17 de outubro de 2009
A Princesa e a Ervilha ( Adaptado do conto de Hans Christian Andersen )
Era uma vez um príncipe que queria se casarcom uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real. A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”. A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar. No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido. — Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça, — havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo! O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!! O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Curupira
O folclore brasileiro é rico em personagens lendários e o curupira é um dos principais. De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.
A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.
Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos da florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.
De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.
Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.
Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Eu te amo mais que ao sal
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Brilhe!
Fonte: http://www.mensagensdiarias.com.br
Histórias para ler e viajar pelo imaginário
- A princesa e a ervilha

O que significa trabalho em equipe?
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)