CONTOS, CANTOS E ENCANTOS (HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS E ADULTO), ESPAÇO ONDE COMPARTILHAREI NARRATIVAS, INDICAÇÕES DE LIVROS E EVENTOS. "VAMOS INCENTIVAR O HÁBITO DE LEITURA!"


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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Agosto - Mês do folclore


A LENDA DA GRALHA AZUL






Era madrugada, o sol não demoraria a nascer e a gralha ainda estava acomodada no galho amigo onde dormira à noite, quando ouviu a batida aguda do machado e o gemido surdo do pinheiro.

Lá estava o machadeiro golpeando a árvore para transformá-la em tábuas. Quantos anos levou a natureza para que o pinheiro atingisse aquele porte majestoso e agora, em poucas horas, estaria estendido no solo, desgalhado e pronto para entrar na serralheria do grotão.

A gralha acordou.
As pancadas repetidas pareciam repercutir em seu coração.
Num momento de desespero e simpatia, partiu em vôo vertical, subiu muito além das nuvens para não ouvir mais os estertores do pinheiro amigo.

Lá nas alturas, escutou uma voz cheia de ternura: - Ainda bem que as aves se revoltam com as dores alheias.
A gralha subiu ainda mais, na imensidão. Novamente a mesma voz a ela se dirigiu: - Volte avezinha bondosa, vai novamente para os pinheirais. De hoje em diante, Eu a vestirei de azul, da cor deste céu e, ao voltar ao Paraná, você vai ser minha ajudante, vai plantar os pinheirais. O pinheiro é o símbolo da fraternidade. Ao comer o pinhão, tira-lhe primeiramente a cabeça, para depois, a bicadas, abrir-lhe a casca. Nunca esquece de antes de terminar o seu repasto, enterrar alguns pinhões com a ponta para cima, já sem cabeça, para que a podridão não destrua o novo pinheiro que dali nascerá. E os pinheiros vão nascendo. "Do pinheiro nasce a pinha, da pinha nasce o pinhão... "Pinhão que alegra nossas festas, onde o regozijo barulhento é como um bando de gralhas azuis matracando nos galhos altaneiros dos pinheirais do Paraná. Seus galhos são braços abertos, permanentemente abertos, repetindo às auras que o embalam o meu convite eterno: Vinde a mim todos..."

A gralha por uns instantes atingiu as alturas. Que surpresa! Onde seus olhos conseguiam ver o seu próprio corpo, observou que estava todo azul. Somente ao redor da cabeça, onde não enxergava, continuou preto. Sim preto, porque ela é um corvídeo.

Ao ver a beleza de suas penas da cor do céu, voltou célere para os pinheirais.

Tão alegre ficou que seu canto passou a ser um verdadeiro alarido que mais parece com vozes de crianças brincando.
A gralha azul voltou. Alegre e feliz iniciou seu trabalho de ajudante celeste.

Fonte: Texto de Alceu Maynard Araújo - http://vivianepatrice.blogspot.com/

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Curso de Contadores de Histórias 2010

A MAGIA DE CONTAR HISTÓRIAS
Olá pessoal!
Ontém iniciou o curso e foi muito bom, havia mais ou menos 22 pessoas.
Aqui estão as fotos
.





















Ganhei selinho novamente!!

Obrigada Vivi (http://vivianepatrice.blogspot.com/) pelo lindo selinho!
Também gosto muito do seu blog.
Beijo no seu coração.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ganhei selinho



Ganhei este selinho da amiga Sheila o blog dela é muito legal tem lindas mensagens aproveitarmos para nossa vida. http://semeandocatequese.blogspot.com/

Obrigada pelo carinho Sheilinha.

e aproveito para dedicá-lo aos amigos:

http://duplaclaudiaerosana.blogspot.com/

http://vivianepatrice.blogspot.com/

http://umcantinhodemensagens.blogspot.com/

http://vvmundo.blogspot.com/

http://denisisrodrigues.blogspot.com/

http://blogdamaeedofilho.blogspot.com/

Rio de Janeiro
Histórias sem Fronteiras, Histórias em Rede
Espaço SESC-Rua Domingos Ferreira, 160-Copacabana
Período: 29 de julho a 1 de agosto de 2010
Evento Gratuito
29/07 (quinta-feira)
10h - Prosa de abertura, apresentação Zé Bocca.
10h30 - Apresentação da RIC (Red Internacional de Cuentacuentos)
11h - Histórias na sala de aula, palestra com Geeta Ramanujam. Mediação: Jason Prado.
A experiência desenvolvida na Índia para injetar nova vida nas salas de aula, revivendo a tradição da arte de contar histórias e tornando-a parte do currículo da escola primária.
12h - Apresentação de Contos do Mahabharatha com Ângela Moreira
31/07 e 01/08 (sábado e domingo)
OFICINAS 29 e 30/07 ver logo abaixo da Martona.
MARATONA DE CONTOS
Sessão ininterrupta de contos que se inicia às 18 horas do sábado (31) e termina às 18 horas de domingo (01). Apresentações de contadores de histórias estrangeiros e de vários estados brasileiros.
Mestre de Cerimônia: Centro Teatral e Etc e Tal.
Atrações: Paulo Freire, Sergio Bello, Beatriz Montero, Alekos, Geeta Ramanujam, Alicia Barberis, Boniface Ofogo, Grupo Pavís Pavós, Cláudia Beatriz Fonseca, Benita Prieto, Lucia Fidalgo, Tiça Magalhães, Grupo Escuta Só...
ÁREA EXTERNA DO SESC COPACABANA
MERCADO DA PALAVRA NOEL ROSA
10h às 18h - Durante todo o evento para comemorar o centenário desse poeta da música com espaço para leitura e palco aberto para quem quiser contar histórias. Haverá troca-troca de livros. Traga um exemplar para participar.
Mestres de Cerimônia: Zé Bocca e Daniele Ramalho
Atividades
29/07 - 17h30 - Histórias online com Mauricio Leite direto de Portugal
30/07 - 17h30 - Lançamento do livro Histórias de quem conta histórias. Organizadores: Lenice Gomes e Fabiano Moraes. Ilustradora: Ciça Fittipaldi. Editora Cortez. Autores: Lúcia Fidalgo, Cynthia Costa, Gislayne Matos, Glauter Barros, Celso Sisto, Marcela Romero, Regina Machado, Fabiano Moraes, Clara Haddad, Benita Prieto, Lenice Gomes, Giba Pedroza, Almir Mota, Cléo Busatto.
01/08 - 11h - Canto de Colo: Um espaço de partilha para pais e crianças de zero a 3 anos, com Cláudia Beatriz Fonseca
Convidados Estrangeiros: Enrique Paez(Espanha), Beatriz Montero (Espanha), Alekos(Colombia), Geeta Ramanujam(Índia), Alicia Barberis(Argentina), Boniface Ofogo(Camarões), Grupo Pavís Pavós(Espanha).
Convidados de outros estados: Adriana Millet/PE, Luciano Pontes/PE, Luis Carlos Ribeiro/MT, Paulo Freire/SP, Zé Bocca/SP e Sergio Bello/SC.
Classificação etária: livre
Classificação etária na Maratona - horário de 22h às 8h: 18 anos

OFICINAS
Inscrições gratuitas
O participante poderá fazer até 4 oficinas ( uma por horário)Descrições das oficinas no site http://www.simposiodecontadores.com.br/
Para o restante da programação, não haverá necessidade de inscrição. Caso ultrapasse a lotação do espaço, serão distribuídas senhas.


29/07 (quinta-feira)
14h30 às 17h30
1- A narração de histórias e suas implicações pedagógicas - Sergio Bello/SC
2- Tecendo sons, criando histórias – vivências sonoras para narração - Adriana Milet/PE
3- Promovendo a leitura a partir da oralidade -Pavis Pavós (Espanha)

4- Narrativa de contos, narrativa de vida - Cláudia Beatriz Fonseca/RJ

5- Escrevendo imagens, contando histórias – processos e vivências na criação e narração - Luciano Pontes/PE

18h30 às 21h30
1- Aprendiz de saltimbanco - Alekos (Colombia)
2- Oficina de contos mínimos - Enrique Paez(Espanha)
3- Os segredos dos contadores de histórias - Beatriz Montero (Espanha)
4- Tamoin, um contador de história - Luis Carlos Ribeiro/MT
5- Histórias na sala de aula - Geeta Ramanujam (Índia ). Será ministrada em inglês.

30/07 (sexta-feira)
14h30 às 17h30
1- Aprendiz de saltimbanco - Alekos (Colombia)
2- Oficina de contos mínimos - Enrique Paez(Espanha)
3- Os segredos dos contadores de história - Beatriz Montero (Espanha)
4- Tamoin, um contador de histórias - Luis Carlos Ribeiro/MT
5- Histórias na sala de aula- Geeta Ramanujam (Índia). Será ministrada em inglês.

18h30 às 21h30
1- A narração de histórias e suas implicações pedagógicas - Sergio Bello/SC
2- Tecendo sons, criando histórias – vivências sonoras para narração - Adriana Milet/PE
3- A magia da tradição oral: a palavra na boca do contador de histórias - Goreth Albuquerque e Tâmara Costa/CE
4- Para contar melhor - Alicia Barberis(Argentina)
5- Escrevendo imagens, contando histórias – processos e vivências na criação e narração - Luciano Pontes/PE

Necessitando de hospedagem no Rio de Janeiro, consulte a agência oficial do evento

http://car1.carteiroxpress.com/ws/cr_red.php?userID=9672&useID=127283&url=https%3A%2F%2Fjaxtours.com.br%2Feventos2.asp%3Fcod_evento%3D41&email=IH2qfTqHPF9QC2KDDXiVSk%252F43Ubl5oY3ddcz%252FdFowiS%252BIzknyCRX8bIdTKqmyQAKwRKoZM6vPCem%250At%252B6nxajzAA%253D%253D&urlText=https%3A%2F%2Fjaxtours.com.br%2Feventos2.asp%3Fcod_evento%3D41

Informações:
Tel: 0055 (21) 3904-2210 / 0055 (21) 9828-0767
http://www.simposiodecontadores.com.br/

terça-feira, 20 de julho de 2010

FELIZ DIA DO AMIGO!

Orkutei.com.br

sábado, 26 de junho de 2010

Stellaluna - Janell Cannon

Em uma floresta quente e úmida, muito, muito longe daqui, vivia uma mamãe morcego e sua neném que acabara de nascer.
Ah, como a Mamãe Morcego adorava sua nenenzinha pequena e macia!
- Vou dar a ela o nome de Stellalluna - murmurou.
Toda noite, Mamãe Morcego carregava Stellaluna abraçada contra o peito, quando saía voando à procura de comida.
Certa noite, quando Mamãe Morcego seguia o aroma forte de frutas frescas, uma coruja a viu. E em vôo silencioso o pássaro mergulhou em direção aos morcegos.
Desviando-se e gritando, a Mamãe Morcego tentou fugir, mas a coruja a atacou e tornou a atacar, e ela soltou Stellaluna no ar. As asinhas de neném da morceguinha continuaram imóveis e inuteis que nem papel molhado.
Ela foi caindo, caindo, cada vez mais rápido em direção a uma floresta lá em baixo.
O emaranhado escuro de folhas e galhos aparou Stellaluna na queda. Um raminho foi bastante fino para prender seus pezinhos.
Ela fechou as asas sobre o corpo e se agarrou no raminho, tremendo de frio e medo.
- Mamãe - Stellaluna soltou um guincho agudo. - Cadê você?
Quando o dia raiou, a morceguinha não agüentava mais. E recomeçou a cair sem parar.
Plom! Stellaluna bateu de cabeça em um ninho fofo e macio, assustando os três filhotes de passarinho que morava ali.
Stellaluna se arrastou depressa para fora de vista. Prestou atenção na algazarra dos três passarinhos.
- Que foi isso? - Exclamou Flape.
- Não sei, mas está pendurado pelos pés - Piou Flipe.
- Pss! Aí vem Mamãe - Sibilou Flope.
Muitas e muitas vezes naquele dia mamãe Passarinho saiu com comida para seus filhotes.
Stellaluna sentiu uma fome louca - mas não por aquelas coisas esquisitas que Mamãe Passarinho trazia.
Mas, finalmente, a morceguinha não conseguiu mais agüentar. Subiu para o ninho, fechou os olhos e abriu a boca.
Plum! Lá se foi para dentro um enorme gafanhoto verde!
Stellaluna aprendeu a agir como passarinho. Ficava acordada durante o dia e dormia à noite. Comia insetos, embora tivessem um gosto horrível. Foi perdendo depressa o seu jeito de morcego. Com uma exceção: Stellaluna ainda gostava de dormir pendurada pelos pés.
Uma vez, quando Mamãe estava fora, os passarinhos curiosos resolveram experimentar também. Quando Mamãe passarinho voltou para casa viu oito pezinhos agarrados na borda do ninho.
- Iiiih! - exclamou. - Subam já aqui! Vocês vão cair e quebrar o pescoço!
Os passarinhos treparam de novo no ninho, mas Mamãe Passarinho segurou Stellaluna.
- Você está ensinando coisas feias para os meus filhotes. Só vou deixar você voltar para o ninho se prometer que vai obedecer todas as regras desta casa.
Sellaluna prometeu. E comeu insetos sem fazer careta. Dormiu dentro do ninho à noite . E não se pendurou mais pelos pés. Stellaluna passou a se comportar como um bom passarinho.
Os quatro filhotes cresceram depressa. e logo o ninho ficou apertado.
Mamãe anunciou que estava na hora de aprender a voar. Um a um, Flope, Flipe, Flape e Stellaluna saltaram do ninho.
Suas asas se abriram e voaram!
Eu sou igualzinha a eles, pensou stellaluna. Posso voar, também.
Flope, Flipe, Flape pousaram graciosamente sobre um galho.
Stellaluna tentou fazer o mesmo.
Que vergonha!
Vou voar o dia inteiro, Stellaluna disse a si mesma. Então ninguém vai ver como sou desajeitada.
No dia seguinte, Flope, Flipe, Flape e Stellaluna saíram voando para bem longe de casa. Voaram horas, exercitando as asas novas.
- O sol está se pondo - alertou Flipe.
- É melhor voltarmos para casa ou vamos nos perder no escuro - falou Flape.
Mas Stellaluna se adiantara muito e ninguém conseguiu mais vê-la. Os três passarinhos ansiosos voltaram para casa sem ela.
Sozinha, Stellaluna voou, e voou, até as asas doerem e ela cair sobre a copa de uma árvore.
- Eu prometi não me pendurar pelos pés - Stellaluna suspirou. Então se pendurou pelos polegares e logo adormeceu.
Ela não ouviu o som abafado de asas que se aproximavam.
- Ei! - uma voz alta chamou. - Por que você está pendurada de cabeça para baixo?
Os olhos de Stellaluna se arregalaram. Ela viu uma cara estraníssima.
- Eu não estou de cabeça para baixo, você é que está! - Stellaluna retrucou.
- Ah, mas você é um morcego. Os morcegos se penduram pelos pés. Você está pendurada pelos polegares, portanto você está de cabeça para baixo! - disse o bicho. - Eu sou um morcego. Estou pendurado pelos pés. Portanto estou com a cabeça para o lado certo.
Stellaluna ficou confusa.
- Mamãe Passarinho me disse que eu estava de cabeça para baixo. Ela disse que eu estava errada...
- Errada para um passarinho, talvez, mas não para um morcego.
Mais morcegos se juntaram em volta para ver o morceguinho esquisito que se comportava como um passarinho. Stellaluna contou a eles sua história.
- Você comia in-insetos? - gaguejou um.
- Você dormia à noite? - disse o outro, pasmo.
- Que coisa esquisita! - murmuraram.
- Esperem! Esperem! Me deixem dar uma olhada nesse filhote. - Um morcego abriu caminho pelo ajuntamento. - Uma coruja atacou você? - perguntou. E cheirando o pêlo de Stellaluna, falou baixinho: - Você é Stellaluna. Você é a minha neném.
- Você escapou da coruja? - exclamou Stellaluna. - Você se salvou?
- Me salvei - confirmou Mamãe Morcego enquanto envolvia Stellaluna em suas asas. - Venha comigo e vou-lhe mostrar onde existem frutas deliciosas. Você nunca mais vai ter que comer inseto na vida.
Mas já é noite - Stellaluna guinchou. - Não podemos voar à noite porque vamos bater nas árvores.
- Nós somos morcegos - falou Mamãe Morcego. - Podemos ver no escuro. Venha conosco.
Stellaluna teve medo, mas soltou-se da árvore e se deixou cair no ar azul-escuro.
Stellaluna enxergava mesmo. Tinha a sensação que raios de luz jorravam de seus olhos. Conseguia enxergar tudo que havia no caminho.
Logo os morcegos encontraram uma mangueira, e Stellaluna comeu toda a manga que coube em sua barriguinha.
- Nunca mais vou comer inseto enquanto eu viver - alegrou-se Stellaluna enquanto se empanturrava. - Preciso contar a Flope, Flipe, Flape!
No dia seguinte Stellaluna foi visitar os passarinhos.
- Venham comigo conhecer minha família morcego - convidou Stellaluna.
- Oba, vamos pessoal - concordou Flope.
- Eles se penduram pelos pés, voam a noite e comem a melhor comida do mundo - Stellaluna foi explicando aos passarinhos pelo caminho.
Quando os passarinhos voaram entre os morcegos, flape comentou:
- Eu me sinto de cabeça para baixo aqui.
Então os passarinhos se penduraram pelos pés.
- Esperem até escurecer - Stellaluna falou animada.- Vamos voar à noite.
Quando chegou à noite Stellaluna saiu voando. Flope, Flipe, Flape saltaram da árvore para acompanhá-la.
- Não consigo ver nadinha! - gritou Flope.
- Nem eu - gemeu Flipe.
- Aaiii! - guinchou Flape.
- Eles vão bater - arfou Stellaluna. - Preciso Salva-los!
Stellaluna deu um mergulho e agarrou os amigos no ar.
levou-os até uma árvore e os passarinhos se encarapitaram em um galho. Stellaluna se pendurou em outro acima daquele.
- Estamos seguros - falou stellaluna. Depois deu um suspiro. - Como seria bom se vocês pudessem enxergar no escuro também.
- Como seria bom se você pudesse pousar com os pés em um galho - respondeu Flipe. Flope e Flape concordaram coma cabeça.
Ficaram encarapitados em silêncio durante muito tempo.
- Como podemos ser tão diferentes e nos sentirmos tão iguais? - Perguntou Flipe, pensativo.
-E como podemos nos sentir tão diferentes e sermos tão iguais? - espantou-se flope.
-Acho que isto é um grande mistério - piou Flape.
- concordo - respondeu Stellaluna . - Mas somos amigos.
E isto é um fato.

Vale a pena conferir no livro
Fonte: (Texto) Cannon, Jamell. Stellaluna. Rio de Janeiro : Rocco, 1997.




sexta-feira, 28 de maio de 2010

Hora do conto do dia 28 de Maio - Tema Contos Diversos.


Olha que fofa a minha cutia que virou princesa.
" A cutia que virou princesa" de Lia Neiva.

História "A história bela do gato e da panela" de Jonas Ribeiro.
História "A ratinha cor de rosa do rabinho azul-escuro" de Jonas Ribeiro.
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- O que significa trabalhar em equipe?
- A princesa e a ervilha

O que significa trabalho em equipe?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)