CONTOS, CANTOS E ENCANTOS (HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS E ADULTO), ESPAÇO ONDE COMPARTILHAREI NARRATIVAS, INDICAÇÕES DE LIVROS E EVENTOS. "VAMOS INCENTIVAR O HÁBITO DE LEITURA!"


AMO MEU BLOGUINHO

Que bom que você veio! Deixe seu recadinho.Bjos





sábado, 2 de janeiro de 2010

Uma mensagem para você!

Orkutei.com.br
BEIJOSS
CLAUDIA GOMES

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Calendário 2010

ANO NOVO, VIDA NOVA!!

Orkutei.com.br

CLAUDIA GOMES

domingo, 27 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo!


Feliz Ano Novo

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Véspera do Natal

Oi!!!

Amanhã é dia 24 de dezembro, véspera do Natal.

Dia especial que estaremos festejando

a vinda do nosso Salvador Jesus.

Não vamos pensar nos presentes,

mas sim em Jesus.

Agradecer por ele ter vindo ao mundo.

Agradecer por ele ter dado sua vida por todos nós.

Agradecer por ele nos amar incondicionalmente.

E eu agradeço por tudo isso.

E por Deus ter escolhido o dia de Natal

para que eu também viesse ao mundo,

e que eu tivesse o dom de cantar.

Por isso sempre me coloquei

a serviço dele, cantando louvores.

mesmo que eu faça trabalhos populares,

meu momento para Deus é primordial.

Um grande beijo.

Claudia Gomes

domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal, Natal!!!

Espírito Natalino

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Espírito Natalino

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Minhas montagens

Oi pessoal! Achei esta imagem linda, então fiz uma montagem e resolvi postar.
Não é de Natal, mais fiquei tão deslumbrada que não resisti e aí está.

Bjooooos!!!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009


Enfim é Natal



Deixa de lado o ar sério
que te anuvia o olhar...
Esquece a tribulação que a vida te expõe...
Sorri!
Sê de novo criança como nos tempos em que acreditavas em Papai Noel.
Revive, imensa e pura,a esperança do sapatinho na janela.
Recebe, como bênção, o aperto de mão de quem te encontra, o sorriso que chega com um voto de alegria.
Apaga do pensamento as dúvidas e os temores;tem fé, esperança...

É Natal!
Deixa o coração livre como a criança...
Olha o pouco do céu que há em tudo:
guarda-o também contigo...
Em cada riso, em cada mensagem que vem de longe, há um pouco de eterno.
E é tão simples termos o infinito dentro de nós.

É Natal!
Esquece os outros dias
que te tornaram triste.
Há um menino, em algum lugar azul,
inundando teu caminho de felicidade, amor e luz.
Ele tornará teu coração criança.

É Natal!
Sorri para quem passa,
estende a mão a quem te espera.
Lembra-te dos esquecidos e sonha com o presépio e a simplicidade de tudo aquilo que nos proporciona a Paz e a Alegria e...Que na tua vida, todos os dias seja Natal.


(Desconheço o autor)

É Natal

A chegada do Natal anima as pessoas do mundo inteiro.
Os povos dos mais diversos continentes se reúnem neste período de confraternizações, reuniões de família, comidas gostosas e claro, a troca de presentes.
E como o povo brasileiro é um dos mais alegres do mundo, a comemoração do Natal aqui não podia passar em branco.
São milhões de brasileiros reunidos em família para comemorar a chegada do 25 de dezembro, data do nascimento do menino Jesus.
Regada de tradições e costumes populares, a festa do Natal tem diferentes atuações em todo o país, com manifestações regionais diferenciadas e evidenciadas principalmente no norte e nordeste.
Em geral, o Natal no Brasil em pouco ou nada difere dos natais norte-americanos e europeus: reúne-se a família na troca de presentes junto à árvore de Natal e a mesa é sempre bem farta.
A única grande diferença é o clima, já que em dezembro estamos no auge do verão e eles estão no inverno.
O Natal é uma festa comemorada em todo o mundo.
Não importa o idioma, etnia, condição econômica, idade ou o clima.
Cor, alegria, esperança, amor, presentes e músicas criam o clima festivo da data e cada país segue uma tradição, respeitando a linha evolutiva do tempo, as lendas e os costumes elaborados pelos antepassados.
A volta ao mundo do Natal
Alemanha - Os alemães dão o nome de Estômago Gordo ao dia da véspera do Natal.
Eles acreditam que quem não comer bem naquela noite será atormentado por demônios durante o sono.
Bolachas de gengibre e pratos à base de porco, massas e saladas, além de Massapão de sobremesa, compõem a ceia natalina alemã.

Áustria - A árvore de Natal austríaca faz par com o presépio e é decorada com ornamentos e guloseimas. Os dias 25 e 26 são feriados nacionais e servem para visitar a família e os vizinhos. Nestes encontros são servidos pratos frios, como queijos e pães e as tradicionais bolachinhas e biscoitos de Natal. O Natal na Áustria é famoso por ser o país de origem de Franz Gruber, o compositor de "Noite Feliz", a mais famosa canção natalina.

Austrália - A ceia australiana é composta basicamente por peru, fiambre e carne de porco, com pudim de ameixa flambe. A árvore de Natal dos australianos é diferente de todas as outras, pois se trata de um arbusto nativo com pequenas folhas encarnadas.

China - Os chineses iluminam as suas casas com lanternas de papel e decoram as suas árvores com muitas luzes, tiras e flores.

Egito - Por serem ortodoxos, os egípcios festejam o Natal durante quatro semanas e para cada uma delas acendem uma vela. Eles jejuam por 40 dias e na ceia de Natal não falta pão, arroz, alho e carne moída.

França - As casas francesas têm um espaço especial reservado para o presépio, que é conhecido pela quantidade e riqueza das figuras que o compõe. Durante a ceia francesa não pode faltar o Tronco de Natal, um bolo típico com forma de tronco de árvore.

Grécia - Na véspera do Natal, as crianças gregas percorrem as ruas entoando as Kalandas - cânticos típicos da região - e como recompensa recebem doces e frutos secos. Após 40 dias de jejum, os gregos comem carne de porco, acompanhadas de Christopsomo, o pão de Cristo. A curiosidade da comemoração grega fica por conta de não haver árvore de Natal. Em vez disso, eles usam um recipiente de madeira suspenso, cheio de água, onde é pendurado um raminho de manjericão enrolado em volta de uma cruz de madeira. Todos os dias uma pessoa da família molha a cruz e com ela borrifa a casa.

Índia - Exótico. Esta palavra descreve bem o Natal indiano. Mangueiras e bananeiras são decoradas na Índia durante o Natal. Ainda, os indianos usam as folhas destas árvores para decorar suas casas, além de lamparinas de óleo nas beiradas dos telhados e folhas de plantas tropicais e velas para decorar as igrejas. O Natal na Índia é extremamente rigoroso em termos de respeito aos rituais sagrados.

Iraque - Na véspera de Natal, os cristãos iraquianos reúnem-se em família e uma das crianças lê em voz alta a história do nascimento de Jesus, enquanto a família escuta, segurando velas. Depois, acende-se a lareira e quando o fogo se apaga, todos devem saltar três vezes sobre as cinzas e pedir um desejo.

Japão - A curiosidade fica por conta das crianças japonesas, que se encantam com a manjedoura do menino Jesus e acabam conhecendo o berço, já que não é costume japonês usá-los para as crianças.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Natal




Música: "Deixei Meu Sapatinho".



Olá pessoal minha participação no Programa ABZ do Ziraldo - TV Brasil, irá ao ar no dia 21/02/ 2010, quando estiver mais próximo eu aviso.



Um Segredo de Natal

Era noite de Natal no povoado.

Chovia muito lá fora e por isso minha mãe me deixou brincar dentro de casa, mas sem algazarra.

Eu até que aceitei sem reclamar, porque segundo meu pai, naquela noite receberíamos a presença de todas as pessoas do povoado para a ceia.
Eram tempos difíceis para todos, inclusive para a minha família. Mas segundo papai, se nos uníssemos numa grande confraternização, a festa seria maravilhosa, pois em vez de pequenas luzes brilhando, faríamos uma grande luz, que poderia iluminar o nosso planeta, tamanha a nossa alegria.

Tudo aquilo me emocionava, mas o que mais me deixava ansioso era saber que naquela noite receberíamos também a visita do tal Dr. Chevreux, um médico muito importante e conhecido no nosso povoado.

Às onze horas todos já estavam na nossa casa menos o tal médico: e o lugar dele na mesa era bem ao lado do meu. Às onze e meia,alguém bateu na porta e eu fui abrir.

Na minha frente apareceu um homem muito velho, de barbas brancas, roupas vermelhas e botas pretas.

Eu quase desmaiei, era o Papai Noel em pessoa.
Todos se sentaram e ele se sentou bem no lugar reservado do Dr. Chevreux.

Eu não agüentei de curiosidade e perguntei se ele era mesmo o Papai Noel.

Ele disse que sim e, para provar, falou o nome de uma por uma de suas 12 renas e inclusive o que cada menino do povoado ganhou de presente no natal passado.

E eu ali do lado do velhinho mais famoso do mundo, nem toquei na minha comida, só olhava para ele.

Depois da ceia, minha mãe serviu um licor e ele aceitou, imaginem vocês, Papai Noel tomava licor!

Depois do licor, ele enfiou a mão no bolso e retirou um cachimbo, imaginem vocês. Papai Noel fumava cachimbo!

Mas quando olhei aquele cachimbo, ele me pareceu muito familiar, era o cachimbo do Dr Chevreux!Então naquele momento eu descobri toda a verdade.

E trago comigo esta verdade até hoje: Papai Noel morava perto da minha casa,a tomava licor, fumava cachimbo e durante todos os outros dias do ano ele se disfarçava de Dr Chevreux.

Contada por Roberto Carlos Ramos


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Um Bom Natal

Na manhã do dia de Natal, o velho Gaspar abriu o jornal e começou a ler.
Imaginem o que foi que ele viu na primeira página?
Lá, no meio de todas as notícias importantes, estava o seguinte:“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”O Sr. Gaspar leu e tornou a ler aquilo. Riu-se muito, deu uma palmada na perna e disse: “Que boa idéia!”Levantou-se e foi espiar no forno. “Veja só que beleza!”, exclamou ele ao ver dois perus assados.
Tirou o maior dos dois, colocou-o numa cesta e cobriu-o com um guardanapo bem branquinho e engomado. Escreveu num cartão:
“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”
E colocou-o na cesta. Pegou o chapéu, vestiu o paletó, colocou a cesta no braço e saiu para a rua. Foi andando, andando, até que chegou a uma porta onde se via um enorme sapato pendurado. “Ó! Deve ser aqui mesmo que mora o sapateiro Antônio.
Coitado dele, vive sentado o dia inteiro, consertando sapatos!” pensou Gaspar.
Devagarinho e sem barulho, pôs a cesta na porta, bateu palmas e rapidamente continuou o seu caminho, virando na esquina mais próxima, onde desapareceu antes que alguém pudesse vê-lo.
“Que surpresa magnífica! Que peru enorme!” disse o sapateiro lendo o cartão, onde estava escrito:
“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”
“Imagine só, eu ganhando um presente destes!”Ficou por um momento coçando a cabeça. Então disse em voz alta: “Já sei o que vou fazer!
Levarei o frango que comprei para o nosso jantar de Natal à pobre viúva Mendes.”
Guardou o peru, meteu na cesta o frango que havia custado seu último vintém, pois queria um jantar para os seus filhos no dia do Natal, cobriu-a e saiu, dirigindo-se à pequena casa branca da viúva.
Colocou a cesta na escada, bateu na porta, e sumiu em seguida.
A viúva abriu a porta e arregalou os olhos de surpresa, enquanto lia no cartão:“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”Olhando para dentro da cesta, viu o frango assado. “Que belo frango! Quem teria tido a bondade de me dar este presente?” Sorrindo, guardou o frango no armário e disse: “Já sei o que vou fazer!
Levarei também uma surpresa para a boa lavadeira.”
Tirando da mesa um enorme pudim, bem assado e cheiroso, arrumou-o na mesma cesta e levou-o à casa da lavadeira.Joana estava no quintal, estendendo roupas, e não viu a viúva entrar pela porta, colocar a cesta na mesa e ir-se embora.
Quando voltou para dentro de casa, viu a cesta e, muito admirada, leu o cartão:“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”
“Como é estupenda esta idéia! Vamos ver o que há dentro da cesta. Vejam só, é o rei dos pudins! Dá água na boca só de olhar! Ah, já sei o que eu também vou fazer.
Assarei um bolo gostoso para os três filhos da D. Maria.”
E assim fez, bolo na cesta, cartão pregado no guardanapo, foi até à casa de D.Maria. Entrou sem bater, colocou o bolo ainda quente sobre a mesa, defronte das três crianças e disse:“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”
“Que beleza, um bolo! Mas é para nós, de verdade? Hummm... como está cheiroso! Todo para nós? Muito obrigado” gritaram os três para a senhora que já ia saindo.
O mais velho dos irmãos sugeriu, então, aos menores: “Vamos cortar um pedaço bem grande e lavá-lo ao Joãozinho, o vizinho e grande amigo!”
“Vamos, vamos!” apoiaram os irmãos.
Como Joãozinho ficou alegre com o bolo quando as crianças lhe disseram:“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”
“Muito agradecido pelo bolo gostoso e bom! Também vou passar um dia alegre e feliz! Vou guardar as migalhas para os passarinhos que costumam aparecer na minha janela.”
Quando ficou sozinho, Joãozinho pensou: “Eu também gostaria de fazer alguma coisa boa para alguém... JÁ SEI!”, exclamou em voz alta, olhando pela janela as flores do jardim. “Aquele velho, simpático, a quem entrego o jornal todos os dias, não tem quintal.”
Todo animado, pegou a tesoura e cortou com cuidado uma porção de flores coloridas. Ajeitou-as dentro da cesta, colocou o cartão e saiu todo garboso pela rua. Andou, andou, deu a volta no quarteirão.
Colocando a cesta na varanda, tocou a campainha e virou a esquina, bem depressa.
Que surpresa que o Sr. Gaspar teve quando abriu a porta e encontrou sua própria cesta cheia de lindas flores e um cartão que dizia:
“Se você quiser ter um bom Natal, faça um bem para alguém.”

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A rosa de natal - (Selma Langerloff)

O convento de Oved, próximo as grandes cadeias de montanhas geladas, estava em festa. Esperavam, embora não soubessem o dia ao certo, a visita de seu Arcebispo.

Todos se movimentavam. No meio dos preparativos do trabalho normal do dia e das orações agora limpavam as clausuras, varriam os grandes corredores, poliam os metais, limpavam a grande capela.

Tudo para mostrar organização e alegria por tão importante visita. Além de todas as responsabilidades o Abade Hans ainda, tinha tempo para cuidar de seu jardim. Ah! O jardim do Convento era realmente uma beleza!

As rosas eram as mais lindas. As begônias, os cravos sempre difíceis de pegar e florescer sempre nos mais diversos matizes. Também, o tempo ajudava.

Era verão e a neve estava bem distante. A única coisa que entristecia aos moradores da vila e do convento era a existência de um “salteador”.

Era conhecido só por este nome, Salteador. Era temido por todos, embora nunca ninguém o tivesse visto. Todos sabiam que morava com a mulher e filhos no alto da montanha, lá onde o frio era grande e a neve nunca deixava de cair.

Diziam no povoado que o “Salteador” quando jovem havia matado um homem, numa briga. Fugira se escondendo no alto da montanha. Seu castigo seria a prisão. Porisso nunca descia. Mas a mulher e seus filhos quando precisavam de comida ou algum vestuário vinham até o sopé da montanha e exigiam.

O povo temeroso da vingança do salteador dava-lhes tudo. E assim foi passando o tempo.

Um dia, próximo a chegada do Arcebispo, a mulher do salteador desceu a montanha e se aproximou do convento viu que uma de suas portas laterais estava aberta, o que não era comum, mas com a chegada do Arcebispo tudo estava acontecendo diferente.

Logo se aproximou e entrou. Assim que transpôs o umbral da porta deu de frente com um lindo jardim, florido com todas as tonalidades existentes, uma maravilha.

Quase não acreditou no que viu. Ela e os filhos entraram e começaram a andar e apreciar tanta beleza. Neste exato momento também chega ao jardim um dos auxiliares do Abade Hans, conhecimento simplesmente por “Irmão Leigo” e foi logo dando o maior sermão.

Vocês não podem entrar, isto é um convento somente dos frades. Saiam, saiam! Quanto mais falava mais a mulher e seus filhos penetravam pelas grandes alamedas.

A gritaria foi tanta que o Abade Hans ouviu lá de dentro e saiu rápido para ver o que havia acontecido.

A mulher não se deu por achada. Bateu pé que não sairia enquanto não visitasse aquele jardim. E para falar a verdade aquele jardim era bonito, mas não era o MAIS BONITO do mundo. Ela sim conhecia um diferente. Só de rosas haviam milhares.

E as brancas?
Inigualáveis. Elas floresciam em pleno inverno. E essas só aparecem no verão.

Ah! as suas rosas. Não existiam iguais.

E aquelas ali não chegavam nem aos pés. Ao ouvir isto o Abade Hans, amante das flores, das folhagens e em especial das rosas não acreditou e pediu-lhe para contar como era esse jardim de natal, nascidas durante o rigoroso inverno das montanhas.

E ela, misto de vaidade e ousadia falou de seu jardim de natal, onde tudo florescia; os pássaros cantavam; as águas corriam.

Tudo isto acontecia somente na noite de natal. E era só para eles. O Abade Hans estava perplexo. Já tinha ouvido falar deste misterioso jardim de Natal que florescia em pleno inverno no alto da montanha. Achou que era exagero do povo. Pediu à mulher que o levasse lá.

A mulher do “Salteador” resolveu levá-lo. Ficou combinado que próximo ao Natal ela ou um dos filhos viria pegá-lo. E o tempo passou.

O tempo passou e finalmente o Arcebispo chegou. Foram muitas comemorações.

O velho Abade lembrou a visita da mulher do Salteador e resolveu interceder por ele junto ao Arcebispo que era a maior autoridade da região. Somente ele poderia conseguir a indulto/absolvição do salteador. O Abade argumentou, argumentou e para finalizar, tentando obter a atenção do seu superior contou sobre o jardim de natal do alto da montanha.O astuto arcebispo ouviu toda a história e sabendo ser impossível aquilo tudo pensou nada pedir para o salteador. Ficaria tudo como estava.

Mas.... pediu, já que o Abade iria ao alto da montanha, ele pediu que trouxesse uma rosa branca, em pleno inverno.Próximo ao Natal o Abade Hans se preparou. Finalmente a esposa do Salteador cumpriu a promessa e lá foram eles montanha acima.

Quando chegou na caverna onde vivia a família ficou horrorizado com a pobreza existente. Foi o tempo de descansar um pouco, informar-lhes que havia pedido o indulto ao Arcebispo e logo em seguida seguiram para o lado mais inclinado da montanha.

Lá surgiria o jardim de natal. Não demorou muito e o Abade começou a ouvir sons inexistentes há minutos atrás. Parecia canto de pássaros, folhagem se movimentando, pequenos animais indo e vindo. Finalmente o Abade ouviu som de água em movimento, montanha abaixo.

Começou a enxergar os grandes pinheiros com seus galhos repolhudos acolhendo inúmeros pássaros. Não acreditava em tamanha beleza.

E o cheiro de terra molhada? O coração do velho Abade parecia que não cabia mais nada. Era muita felicidade. Seus olhos encheram-se de lágrimas.

Os grandes ursos passavam próximo preocupados em procurar colméias para comer o saboroso mel. Toda a floresta agora inteiramente formada era só movimento, beleza e harmonia.Entretanto, este encanto foi quebrado pelas duras palavras do Irmão Leigo, que não tendo sensibilidade alguma não acreditava que um milagre poderia acontecer. Grito alto: Sai daqui Satanás. Isto não poder estar acontecendo. Assim que disse as últimas palavras tudo desapareceu por encanto. Todos estarrecidos com o fato não acreditavam no que viam.

A sua noite de natal acabara!. Foi neste momento que o Abade Hans sentiu que suas forças lhe abandonavam e cai morto no chão gelado da montanha.Assim que o corpo do Abade Hans chegou ao Convento de Oved começaram os preparativos para o velório.

Logo notaram que ele trazia fechado em suas mãos uns ramos, parecidos com mudas de plantas. Tiraram deixando de lado.Nessa altura o Irmão Leigo consciente de sua burrice não tinha o que fazer. Sua insensibilidade havia terminado com tudo.

Teve uma idéia de plantar aqueles ramos trazidos pelo Abade.

No próximo Natal o Irmão Leigo, muito triste passeava pelo jardim agora coberto de neve se lembrando do amigo que ele perdera. Observou um canteiro. Havia algo diferente. Não acreditou no que via. Em pleno inverno, no local onde havia plantado os ramos trazidos pelo Abade Hans, havia crescido a mais linda rosa que já vira, nascida em pleno inverno.

Chamou todos do convento. Imediatamente lembrou da conversa do Abade com o Arcebispo e a promessa de trazer-lhe uma rosa, nascida no inverno. Apanhou a flor e levou-a até a residência do Arcebispo, longe dali. Assim que viu a rosa e a explicação do Irmão Leigo o Arcebispo sentiu que algo de diferente havia acontecido.

Providenciou o documento de soltura do “Salteador” que pode descer a montanha e viver como os demais moradores do Vale uma vida digna de trabalho e liberdade.

(Retirada do livro Contos de Selma Langerloff)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Para colorir

José e Maria
Reis Magos
Se você quer ver mais desenhos click no link abaixo.

Fonte: http://natalnatal.no.sapo.pt/desenhos_colorir2.htm

O Nascimento de Jesus

1Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. 2Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. 3E iam todos recensear-se, cada qual à sua própria cidade. 4Também José deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judéia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e da linhagem de David, 5a fim de recensear-se com Maria, sua mulher, que se encontrava grávida. 6E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz 7e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoira, por não haver lugar para eles na hospedaria. 8Na mesma região encontravam-se pastores, que pernoitavam nos campos guardando os seus rebanhos durante a noite. 9O anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu em volta deles, e tiveram muito medo. 10Disse-lhes o anjo: “Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: 11Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor. 12Isto vos servirá de sinal para o identificardes: encontrareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” 13De repente, juntou-se ao anjo uma multidão de exército celeste, louvando a Deus e dizendo:
14 “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de Seu agrado.” 15Quando os anjos se afastaram em direcção ao Céu, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos então até Belém e vejamos o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer.” 16Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o Menino, deitado na manjedoura. 17E quando os viram, começaram a espalhar o que lhes tinham dito a respeito daquele Menino. 18Todos os que os ouviram se admiraram do que lhes disseram os pastores. 19Quanto a Maria, conservava todos essas coisas ponderando-as no seu coração. 20E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, segundo lhes fora anunciado.
(Lucas 2,1-20)

Natal

O Natal está se aproximando, como sou uma natalina (nasci no dia 25 de Dezembro) sei que fui escolhida por Deus para vir ao mundo nesta data e hoje além de ser Bibliotecária e Contar histórias, participo de Pastorais da Igreja Católica e canto na Missa das crianças, faço um trabalho com músicas católicas, tenho até um cd. Então resolvi colocar alguns textos sobre o Natal. Espero que gostem.

Histórias, Lendas e Contos de Natal. Natal é a época do ano em que as pessoas ficam mais cheias de vida, amor, alegria, criando um clima festivo, de paz e fraternidade.
O Natal é a data mais importante do calendário cristão, quando é celebrado o nascimento do Menino Jesus. Mas quando falamos sobre Natal, podemos abrir um leque de histórias, contos e tradições, que até hoje são transmitidas de geração a geração.
Para que sua festa fique ainda mais bonita e alegre, vamos contar um pouco sobre as histórias que existem por trás de alguns símbolos e enfeites natalinos, e vamos expor o que eles representam para esta época de harmonia e paz entre amigos e familiares.
Papai Noel ou São Nicolau
Diz a lenda que São Nicolau era um homem muito rico e muito generoso. Conta-se que ele distribuía dinheiro aos pobres e presenteava as crianças que não tinham com o que se alegrar. Faleceu no dia 6 de dezembro, tornando este dia o Dia de São Nicolau. Esta data é muito lembrada e comemorada em alguns países do oriente, onde os pais ainda presenteiam seus filhos fazendo uma referência a São Nicolau. Por causa da proximidade de sua festa com a data do nascimento de Cristo, acabou-se transferindo lentamente a tradição de presentear as crianças para o dia 25 de dezembro. Os pais costumavam dizer que era São Nicolau quem trazia os presentes do céu. São Nicolau foi se tornando um símbolo natalino e o 1º Papai Noel reconhecido pelo mundo.

SINOS

Acredita-se que o som das badaladas dos sinos espantem todas as coisas ruins e atraiam boa sorte e alegria.


GUIRLANDA


Representa a presença do Menino Jesus na casa. Normalmente é colocada na porta de entrada dos lares, deixando visível que aquela casa esta protegida.



ÁRVORE DE NATAL


Muitas histórias são contadas sobre a origem da árvore de Natal, mas tudo indica que sua origem é tipicamente alemã. Hoje, ela é um dos símbolos mais expressivos do Natal e as crianças aguardam ansiosas para ajudar os pais a enfeitá-la com flocos de algodão, fitas, luzes e bolas coloridas. Segundo a lenda, a árvore é a representação de Jesus, que é o tronco, e nós somos os ramos. As bolas e as luzes coloridas representam os frutos por ela produzidos, indicando a nossa caridade e generosidade.

CANÇÕES DE NATAL


A mais popular das músicas da noite de Natal, “Noite Feliz”, foi criada pelo padre Joseph Franz Mohr e pelo professor Franz Xavier Grueber. A letra veio da inspiração do padre, em uma noite estrelada, que ficou imaginando como teria sido a noite em Belém, quando Jesus nasceu. Escreveu a letra em forma de poema, uniu a melodia presenteada pelo compositor Grueber e utilizou-a na Missa do Galo de 1818. Hoje, “Noite Feliz” é cantada em inúmeros idiomas.

Noite Feliz

Noite feliz! Noite feliz!
Oh Senhor, Deus de Amor,
Pobrezinho nasceu em Belém.
Eis na lapa Jesus, nosso bem.
Dorme em paz, oh Jesus!
Dorme em paz, oh Jesus!

Noite feliz! Noite feliz!
Eis que no ar vêm cantar
Aos pastores os anjos do céu
Anunciando a chegada de Deus,
De Jesus Salvador!(BIS)
Noite feliz! Noite feliz!
Oh! Jesus, Deus da Luz,
Quão amável é teu coração
Que quiseste nascer
Nosso irmão
E a nós todos salvar.
E a nós todos salvar!

Para saber mais sobre histórias de Natal:“Natal 2000 anos de tradições”, editora Madras.

Priscilla GermanoPublicação: Dezembro 2003 - Edição: 19

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Lançamento do Cd Projeto Folclore Sempre

Olá Pessoal! Saiu meu Cd "Projeto Folclore Sempre". Espero que gostem é um cd simples mas feito com amor. São 3 músicas (Bumba-meu-boi, O boto e Mula-sem-cabeça + 3 Play backs)
Qualquer coisa deixe um recado no mural ou no comentário desta postagem
Bjo

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Minhas montagens

montagem de fotos

montagem de fotos

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

UMA HISTÓRIA DE BRUXA.


Era uma vez, em uma vila de humanos nasceu em uma família de agricultores dois meninos que nasceram quase na mesma hora o que nasceu primeiro recebeu o nome de Primo e o que nasceu depois foi chamado de Segundo.

Ambos cresceram amados por seus pais, Primo era o mais velho dos gêmeos , tinha vocação para curar, sabia todas as plantas que curavam e se interessava em visitar os doentes da vila com sua mãe que era muito bondosa, já segundo era traquina e tinha inveja do irmão, que o perdoava.

Segundo com o passar do tempo começou a evitar ficar com seu irmão e começou a freqüentar a casa da bruxa da floresta negra, que ensinou a fazer poções venenosas e a gostar de matar o animais para fazer as poções.

letras com trevo

Os animais fugiam da presença de Segundo assim que o viam, pois ele os prendia e matava sem piedade. Já primeiro todos os animais viam lamber-lhe as mãos e eram muito mansos com ele.

Primo procurava pelo irmão todos os dias e o chamava na floresta, mas nunca imaginava que ele estava morando com a bruxa ,e os dias foram se passando e ele procurava em todos os lugares por seu irmão, e os pais também o ajudavam.

Chegou na Vila dos Humanos , um homem vestido de branco e usando sandálias nos pés , todos ficaram curiosos com o forasteiro, ele procurou da mãe de Primo pois se encontrava com o braço machucado, porque foi soltar um coelho a escapar de uma das armadilhas que Segundo havia distribuído pela floresta.
Quando ele viu Primo ficou encantado com suas maneiras gentis, e disse :-você quer aprender magia branca ?

Primo disse :- sim quero aprender.


Primo aprendeu a fazer todos os tipos de magia, uma delas a que mais ele fazia era desfazer as que a bruxa da floresta negra havia feito, ela gostava de fazer os coelhos virarem sapos gigantes, que morriam de fome por não terem tanto mosquito para ele comerem,a bruxa era muito malvada.


Mas o que Primo demorou para desfazer foi um feitiço que a bruxa lançou para a pobre Beatriz camponesa da humilde que induzia a um sono profundo.Com a ajuda do Mago Branco Primo desfez o feitiço e se casou com a camponesa, que o amava muito, e o ajudava em sua obra contra a bruxa , mas Primo nem o Mago Branco , sabiam que Segundo era um aliado da malvada.


O encontro dos dois irmãos foi surpreendente,em uma noite de lua cheia segundo veio na casa da camponesa para refazer o feitiço, não a encontrou mais no local e saiu voando na vassoura que a bruxa o havia presenteado, e saiu as catas da camponesa esperando encontrar uma pobre e indefesa vitima, mas tal foi sua surpresa em ver que ela estava dormindo ao lado de seus irmão, ele observou a aliança nas mãos de ambos, ficou com um ódio profundo de Primo e lançou um feitiço cruel em que ambos se odiariam para sempre e a discórdia , fulminasse o lar e os corações de ambos e que a infelicidade fosse servida como o prato mais apetitoso do dia.


Então o coração de Primo e o coração de Beatriz começaram a brilhar, uma luz branca fosforescente começou a se irradiar por todo o quarto e Segundo fugiu em sua vassoura assustado.Contou para a bruxa o acontecido, ela disse que o amor de seu irmão por Beatriz e esta por ele impediam o feitiço de ser concretizado.Então a bruxa lançou na vila o feitiço das ratazanas, que começaram a devastar o alimento da Vila dos Humanos, e comiam tudo a sua frente e ate a madeira das casas elas comiam, muitos ficaram sem um teto para se abrigar ,porque as ratazanas comiam tudo.


O povo chorava em desespero então o Mago branco e Primo conseguiram fazer um encantamento para espantar as malditas que foram devorar a casa da bruxa e a deixaram sem casa.A bruxa pela primeira vez chorou e rogou uma praga na vila que nenhum pé de batata nasceria mais e nenhum agricultor iria sentir o gosto saboroso das batatas em sua mesa por sete anos.O povo trabalhava muito e gostava da terra e ficaram muito tristes por causa das colheitas que não vingavam, o Mago Branco havia saído da Vila e estava viajando, durante dois anos o povo passou fome.


Quando o Mago Branco chegou a Vila encontrou muitos bem magros, pensou que uma doença os estava afetando, quando descobriu que a bruxa havia feito um feitiço maligno ele pegou 3 batatas banhou em uma poção e a plantou e está resistiu a praga , o povo ficou contente e começaram a plantar as sementes que o Mago Branco havia trazido e em pouco tempo a Vila se tornou muito prospera e o povo feliz comemorava.


E Segundo soube , ficou com tanta raiva do irmão que resolveu matá-lo, a bruxa concordou imediatamente preparando uma poção de veneno, e a ainda se transformou em uma linda moça, e foram a Vila , mesmo com todas as maldades de Segundo ,Primo o havia perdoado, e quando ele eles estavam reunidos em volta da mesa farta , Segundo propôs um brinde com o vinho que ele havia trazido, mas o Mago Branco e Beatriz desconfiaram, da mudança repentina de comportamento de Segundo , e ficaram atentos aos movimentos deste,quando ele colocava a poção de veneno no copo de Primo, Beatriz trocou os copos imediatamente fingindo que um estava com uma pequena formiga e tirou para limpa-lo e como sua manga de seu vestido era bem grande , ela trocou os copos imperceptivelmente, antes, de pegar o seu e brindou com o cunhado com tranqüilidade.Mas sabe quem pegou o copo com veneno?


A bruxa que em poucos minutos morreu com a poção que ela mesmo havia preparado, Segundo chorou sua morte, e depois que a enterraram ele foi morar em um reino distante, dizem que Segundo se arrependeu verdadeiramente de suas maldades, e que com o passar do tempo ele se tornou um homem bom, que em vez de maltratar os animais ele os protegia.Outros ainda diziam que com o passar do tempo Segundo começou a ver que ele era humano e que os animais da floresta amavam o irmão porque ele era bom , e na solidão de seus pensamentos e na floresta, começou a refletir sobre suas ações, e sem a malvada bruxa para o aconselhá-lo a fazer maldades ele modificou seu comportamento se tornando bonzinho.


Outros viam de vez em quando um velhinho gentil, andando pela floresta soltando animais presos por homens malvados e que desaparecia sem deixar vestígios.E Segundo se tornou uma lenda contada pelos filhos de Primeiro.Fonte: escrevendo para meu grande amor
Publicado no Recanto das Letras em 10/12/2007Código do texto: T772191
( http://recantodasletras.uol.com.br/infantil/772191 )

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- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
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- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
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O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
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MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)