AMO MEU BLOGUINHO
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
UMA HISTÓRIA DE BRUXA.
Quando ele viu Primo ficou encantado com suas maneiras gentis, e disse :-você quer aprender magia branca ?Primo disse :- sim quero aprender.
Primo aprendeu a fazer todos os tipos de magia, uma delas a que mais ele fazia era desfazer as que a bruxa da floresta negra havia feito, ela gostava de fazer os coelhos virarem sapos gigantes, que morriam de fome por não terem tanto mosquito para ele comerem,a bruxa era muito malvada.
Mas o que Primo demorou para desfazer foi um feitiço que a bruxa lançou para a pobre Beatriz camponesa da humilde que induzia a um sono profundo.Com a ajuda do Mago Branco Primo desfez o feitiço e se casou com a camponesa, que o amava muito, e o ajudava em sua obra contra a bruxa , mas Primo nem o Mago Branco , sabiam que Segundo era um aliado da malvada.

O encontro dos dois irmãos foi surpreendente,em uma noite de lua cheia segundo veio na casa da camponesa para refazer o feitiço, não a encontrou mais no local e saiu voando na vassoura que a bruxa o havia presenteado, e saiu as catas da camponesa esperando encontrar uma pobre e indefesa vitima, mas tal foi sua surpresa em ver que ela estava dormindo ao lado de seus irmão, ele observou a aliança nas mãos de ambos, ficou com um ódio profundo de Primo e lançou um feitiço cruel em que ambos se odiariam para sempre e a discórdia , fulminasse o lar e os corações de ambos e que a infelicidade fosse servida como o prato mais apetitoso do dia.
Então o coração de Primo e o coração de Beatriz começaram a brilhar, uma luz branca fosforescente começou a se irradiar por todo o quarto e Segundo fugiu em sua vassoura assustado.Contou para a bruxa o acontecido, ela disse que o amor de seu irmão por Beatriz e esta por ele impediam o feitiço de ser concretizado.Então a bruxa lançou na vila o feitiço das ratazanas, que começaram a devastar o alimento da Vila dos Humanos, e comiam tudo a sua frente e ate a madeira das casas elas comiam, muitos ficaram sem um teto para se abrigar ,porque as ratazanas comiam tudo.
O povo chorava em desespero então o Mago branco e Primo conseguiram fazer um encantamento para espantar as malditas que foram devorar a casa da bruxa e a deixaram sem casa.A bruxa pela primeira vez chorou e rogou uma praga na vila que nenhum pé de batata nasceria mais e nenhum agricultor iria sentir o gosto saboroso das batatas em sua mesa por sete anos.O povo trabalhava muito e gostava da terra e ficaram muito tristes por causa das colheitas que não vingavam, o Mago Branco havia saído da Vila e estava viajando, durante dois anos o povo passou fome.
Quando o Mago Branco chegou a Vila encontrou muitos bem magros, pensou que uma doença os estava afetando, quando descobriu que a bruxa havia feito um feitiço maligno ele pegou 3 batatas banhou em uma poção e a plantou e está resistiu a praga , o povo ficou contente e começaram a plantar as sementes que o Mago Branco havia trazido e em pouco tempo a Vila se tornou muito prospera e o povo feliz comemorava.
E Segundo soube , ficou com tanta raiva do irmão que resolveu matá-lo, a bruxa concordou imediatamente preparando uma poção de veneno, e a ainda se transformou em uma linda moça, e foram a Vila , mesmo com todas as maldades de Segundo ,Primo o havia perdoado, e quando ele eles estavam reunidos em volta da mesa farta , Segundo propôs um brinde com o vinho que ele havia trazido, mas o Mago Branco e Beatriz desconfiaram, da mudança repentina de comportamento de Segundo , e ficaram atentos aos movimentos deste,quando ele colocava a poção de veneno no copo de Primo, Beatriz trocou os copos imediatamente fingindo que um estava com uma pequena formiga e tirou para limpa-lo e como sua manga de seu vestido era bem grande , ela trocou os copos imperceptivelmente, antes, de pegar o seu e brindou com o cunhado com tranqüilidade.Mas sabe quem pegou o copo com veneno?
A bruxa que em poucos minutos morreu com a poção que ela mesmo havia preparado, Segundo chorou sua morte, e depois que a enterraram ele foi morar em um reino distante, dizem que Segundo se arrependeu verdadeiramente de suas maldades, e que com o passar do tempo ele se tornou um homem bom, que em vez de maltratar os animais ele os protegia.Outros ainda diziam que com o passar do tempo Segundo começou a ver que ele era humano e que os animais da floresta amavam o irmão porque ele era bom , e na solidão de seus pensamentos e na floresta, começou a refletir sobre suas ações, e sem a malvada bruxa para o aconselhá-lo a fazer maldades ele modificou seu comportamento se tornando bonzinho.
Outros viam de vez em quando um velhinho gentil, andando pela floresta soltando animais presos por homens malvados e que desaparecia sem deixar vestígios.E Segundo se tornou uma lenda contada pelos filhos de Primeiro.Fonte: escrevendo para meu grande amor
Publicado no Recanto das Letras em 10/12/2007Código do texto: T772191
( http://recantodasletras.uol.com.br/infantil/772191 )
Halloween
Halloween - Dia das Bruxas
História do Dia das Bruxas, tradições e símbolos do halloween, tradições, origem da festa, significados, Halloween no Brasil, comemoração, dia 31 de outubro.

Símbolos dos Halloween
Introdução
O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
História do Dia das BruxasA história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).Símbolos e TradiçõesEsta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.Halloween no BrasilNo Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).
Fonte: ( http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/halloween.htm)
sábado, 17 de outubro de 2009
A Princesa e a Ervilha ( Adaptado do conto de Hans Christian Andersen )
Era uma vez um príncipe que queria se casarcom uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real. A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”. A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar. No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido. — Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça, — havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo! O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!! O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Curupira
O folclore brasileiro é rico em personagens lendários e o curupira é um dos principais. De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.
A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.
Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos da florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.
De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.
Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.
Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Eu te amo mais que ao sal
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Brilhe!
Fonte: http://www.mensagensdiarias.com.br
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Cd do Projeto Folclore Sempre
Com 3 músicas ( Bumba-Meu-Boi, Boto, Mula-Sem-Cabeça + play back das 3 músicas).
terça-feira, 22 de setembro de 2009
FLOQUINHOS PARA VOCÊ
A coisa mais importante, mais valiosa era a Amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios dava seu Carinho, o Carinho era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca. As pessoas davam seu Carinho, pois sabiam que receberiam num outro momento ou outro dia.
Um dia uma mulher muito má que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos, desta forma ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse. iludido pelas palavras da malvada, o menino que era uma das pessoas mais queridas da aldeia passou a juntar Carinhos e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos ficando até difícil de circular dentro dela. Daí então quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos as pessoas começaram a guardar o pouco Carinho que tinham e toda a Harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a Ganância, Desconfiança, o primeiro Roubo, o Ódio, a Discórdia, as pessoas se Xingaram pela primeira vez e passaram a Ignorar-se pelas ruas.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se Triste e Sozinho, o que fez o menino procurar a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrou mais, ele tomou a decisão, pegou uma grande carriola colocou todos os floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatóriamente seu Carinho, a todos que dava carinho apenas dizia:
- Obrigado por receber meu Carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos ele distribuiu até o último Carinho sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu Carinho. um outro fez o mesmo... mais outro... e outro... até que definitivamente a aldeia voltou a ser a mesma.

MORAL DE HISTÓRIA: Nunca devemos fazer as coisas pensando em receber algo em troca, mas devemos fazer sempre. Lembrar que um amigo existe é muito importante, muito mais importante que cobrar dos outros que se lembrem de você, pois assim, você estará querendo acumular amizades sem fazer o seu papel de amigo. Receber Carinho é muito bom, e o simples gesto de lembrar dos amigos é a forma mais simples de fazê-lo.
NENHUM CAMINHO É LONGO DEMAIS, QUANDO UM AMIGO NOS ACOMPANHA.
(Fonte: Recebi de uma amiga e achei lindo, não sei a autoria, caso alguém conheça, favor me informar.)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Bienal do Livro Rio 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Topo Gigio

Vamos comemorar!
Introdução
Dia do Fico
O processo de independência
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós Independência
(Fonte: http://www.suapesquisa.com/independencia/ )

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Evento Hora do Conto
Setembro contos de fadas toda 6ª feira 10 h e 15 h na Biblioteca Popular Nunicipal do Grajaú -R. José Vicente 55 - Grajaú - Tel: 2577-14-13. Espero vocês.
sábado, 29 de agosto de 2009
Programa ABZ do Ziraldo
Antes de entrar em cena
E finalmente eu com o Ziraldo, foi o máximo, adoreiiiiii!!!!!!!
E para todos que torcem por mim:
MUITOS
CLAUDIA GOMES
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Os Compadres Corcundas
Segunda, terça-feira, Vai, vem!
O caçador ficou tremendo de medo. As pernas nem deixavam ele andar. Escondeu-se numa moita de mofundos e assistiu sem querer àquela cantoria que era sempre ti mesma, horas e horas. Com o tempo, foi-se animando, ficando mais calmo e, sendo metido a improvisador e batedor de viola, cantou, na toada que o povo esquisito estava rodando.
Segunda, terça-feira, Vai, vem!
Calou-se tudo imediatamente e aquele povo espalhou-se como ribaçã procurando, procurando. Acharam o corcunda e o levaram para o meio da laje como formiga carrega barata morta. Largaram ele e um velhão, brilhando como um sacrário, perguntou, com uma voz delicada:
Segunda, terça-feira, Vai, vem!
O rico não se conteve. Abriu o par de queixos e logo berrando:
Sexta, sábado e domingo! Também!
Calou-se tudo novamente.
sábado, 22 de agosto de 2009
Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil: Boto - Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.

Enrico de prata
ENRICO ERA, DE LONGE, O HOMEM MAIS RICO DE SEU PAÍS. TINHA TUDO QUE O DINHEIRO PODIA COMPRAR. MAS HAVIA UM PEQUENO PROBLEMINHA. POR MAIS DINHEIRO QUE ENRICO DE PRATA TIVESSE, ELE NÃO ERA FELIZ. POR MAIS QUE POSSUÍSSE GRANDES CASTELOS, CAVALOS VELOZES OU CARRUAGENS ELEGANTES, ELE CONTINUAVA SENDO UM VELHO AZEDO E ENJOADO.
UM DIA, QUANDO ENRICO NÃO AGÜENTAVA SER INFELIZ POR NEM MAIS UM SEGUNDO SEQUER, ELE BRADOU:
– JÁ CHEGA! NÃO AGÜENTO MAIS ISSO!
VEJA SÓ, BEM LÁ NO FUNDO, ENRICO ERA BOA GENTE. MAS FELICIDADE ERA UM ABSOLUTO MISTÉRIO PARA ELE, E SABIA QUE PRECISAVA TOMAR UMA ATITUDE A RESPEITO.
ENTÃO, DECIDIU PROCURAR OS MELHORES MÉDICOS QUE O SEU DINHEIRO PUDESSE PAGAR. TODO DIA, ENTRAVA NUMA DE SUAS CARRUAGENS ELEGANTES E, TODO DIA, VOLTAVA SEM UMA RESPOSTA. LOGO SE TORNOU EVIDENTE QUE NENHUM MÉDICO PODERIA RESOLVER SEU PROBLEMA.
FATO NÚMERO 1: SÓ PORQUE ALGO É CARO, NÃO SIGNIFICA QUE TENHA VALOR
O MOTORISTA DE ENRICO, QUE PERCEBIA O QUÃO INFELIZ ESTAVA SEU CHEFE, DECIDIU ENTÃO LHE FALAR A RESPEITO DE UM VELHO SÁBIO QUE VIVIA MUITO LONGE, NA CIDADE ANTIGA.
– OUVI DIZER QUE ELE TEM RESPOSTA PARA TUDO. TALVEZ SAIBA COMO AJUDÁ-LO, SENHOR.
– QUANDO QUISER A SUA OPINIÃO, EU A COMPRO DE VOCÊ - RESPONDEU ENRICO.
É CLARO QUE O MOTORISTA NEM FICOU OFENDIDO, POIS ELE (ASSIM COMO TODO MUNDO) JÁ SE ACOSTUMARA COM O JEITO DIFÍCIL DE ENRICO, QUE NUNCA SE DAVA POR SATISFEITO.
FATO NÚMERO 2: GENTE INFELIZ GOSTA QUANDO TODO MUNDO AO SEU REDOR FICA FELIZ
DE QUALQUER FOREM, ENRICO ESTAVA TÃO DESESPERADO QUE, SEM PEDIR DESCULPAS PELA GROSSERIA, MANDOU SEU MOTORISTA LEVÁ-LO IMEDIATAMENTE AO VELHO SÁBIO.
ELE SUBIU EM SUA CARRUAGEM MAIS LUXUOSA, COM SEUS CAVALOS MAIS VELOZES, LEVANDO SEUS MAIORES SANDUÍCHES, E FOI AO ENCONTRO DO VELHO SÁBIO QUE VIVIA MUITO LONGE.
DEPOIS DE DEZ LONGOS DIAS E NOVE LONGAS NOITES, ENRICO DE PRATA CHEGOU À CIDADE ANTIGA.
HAVIA MUITAS COISAS BONITAS PARA SE VER, MAS ENRICO NÃO DAVA BOLA.
ESTAVA OCUPADO DEMAIS TENDO PENA DE SI PRÓPRIO, JÁ QUE HAVIA COMIDO TODOS OS SEUS SANDUÍCHES E SUA BARRIGA ESTAVA RONCANDO.
ELES PASSARAM POR PRÉDIOS GRANDIOSOS, E MUITAS CATEDRAIS, MAS ENRICO FICOU DESAPONTADO AO VER QUE SEU MOTORISTA NÃO PARAVA EM NENHUM DELES.
ENFIM, QUANDO ENRICO ACHAVA QUE IA DESMAIAR DE FOME, A CARRUAGEM PAROU Á FRENTE DE UMA SIMPLES E PEQUENA CABANA.
– QUE LUGAR É ESSE? - GRITOU ENRICO DE PRATA PARA SEU MOTORISTA. - ESTE É O ENDEREÇO QUE ME DERAM, SENHOR.
– NÃO PARECE SER A CASA DE UM HOMEM IMPORTANTE – DISSE ENRICO.
– DESCE E VAI LÁ VER. ASSIM FEZ O SEU MOTORISTA E, COMO PREVISTO, ELES HAVIAM ACHADO A CASA CERTA.
ENRICO DE PRATA SALTOU DA CARRUAGEM, OLHOU PARA OS LADOS PARA TER CERTEZA DE QUE NINGUÉM O ESTAVA OBSERVANDO, E BATEU À PORTA. A PORTA SE ABRIU E LÁ ESTAVA UM VELHO BAIXINHO, CUJA BARBA QUASE CHEGAVA AO CHÃO.
ENRICO SE APRESENTOU, E QUANDO DISSE AO VELHO QUE VIERA DE MUITO LONGE PARA VÊ-LO, FOI CONVIDADO A ALMOÇAR E A EXPLICAR SEU PROBLEMA.
– BOM. ESTOU COM MUITA FOME. PODIA COMER UM BOI – DISSE ENRICO, QUE ESTAVA ACOSTUMADO A SER SERVIDO.
– NÓS NÃO VAMOS COMER UM BOI - DISSE O SÁBIO, COM UM LEVE SORRISO. - MAS MINHA MULHER É ÓTIMA COZINHEIRA. VENHA Á COZINHA E COMA CONOSCO.
ENTÃO ELES SE SENTARAM NUMA MESINHA, E ENRICO COMEU COMO SE PASSASSE FOME HÁ SEMANAS.
A SITUAÇÃO ESTÁ PÉSSIMA – EXPLICOU ENRICO, QUANDO TERMINOU UM DELICIOSO PRATO DE ESPAGUETE.
PASSEI A VIDA TODA ACUMULANDO UMA FORTUNA PARA PODER SER FELIZ. AGORA TENHO TODO O DINHEIRO QUE UM HOMEM PODE QUERER, MAS AINDA ASSIM NÃO SOU FELIZ.
O VELHO NÃO FICOU NEM UM POUCO SURPRESO. ELE CHEGOU PERTO DE ENRICO E DISSE:
– HÁ UM SEGREDO MUITO IMPORTANTE QUE DEVEMOS APRENDER NESTA VIDA, MAS É MUITO DIFÍCIL DE PERCEBER, E AINDA MAIS DIFÍCIL DE OUVIR A RESPEITO, ENTÃO A MAIORIA DAS PESSOAS DEIXA PASSAR.
– QUE SEGREDO É ESSE? - PERGUNTOU ANSIOSO ENRICO.
– - O SEGREDO… - DISSE O SÁBIO, DANDO UMA BREVE PAUSA ENQUANTO ENRICO SE AJEITAVA NA CADEIRA E AGUÇAVA OS OUVIDOS. - O SEGREDO É O SEGUINTE: SE VOCÊ PARTILHA O QUE POSSUI E PENSA NOS OUTROS ANTES DE PENSAR EM SI MESMO, VOCÊ VAI ENCONTRAR A FELICIDADE.
– ENRICO DE PRATA ESTAVA CHOCADO.
– É SO ISSO? - INDAGOU.
– É TUDO ISSO – RESPONDEU O VELHO.
ENRICO NUNCA OUVIRA FALAR SOBRE PARTILHAR E PENSAR NOS OUTROS PRIMEIRO. A VIDA INTEIRA, ESCUTARA QUE PARA SER RICO E BEM-SUCEDIDO TERIA PRIMEIRO. A VIDA INTEIRA TERIA DE PENSAR EM UMA ÚNICA COISA: EM SI PRÓPRIO! ELE COÇOU A CABEÇA E FRANZIU AS SOBRANCELHAS. ISSO NÃO PODIA ESTAR CERTO. O VELHO SÓ PODIA SER UM CHARLATÃO. UM IMPOSTOR. UM EMBUSTEIRO! ENRICO QUIS SAIR DE LÁ IMEDIATAMENTE.
– O SENHOR DEVE SER UM HOMEM MUITO OCUPADO. NÃO VOU MAIS TOMAR O SEU TEMPO – DISSE ENRICO, FINGINDO SER EDUCADO.
– COMO QUISER – DISSE O VELHO, SORRINDO. - ESPERO QUE ENCONTRE O QUE ESTÁ PROCURANDO.
– OBRIGADO – GRUNHIU ENRICO, QUE SAIU A PASSOS RÁPIDOS E BATEU A PORTA ATRÁS DE SI.
– FATO NÚMERO 3: QUANDO VOCÊ DIZ A VERDADE, AS PESSOAS COSTUMAM BATER A PORTA NA SUA CARA.
– ENRICO FICOU PARADO NA RUA POR ALGUNS MINUTOS, SEM SABER O QUE FAZER. A SITUAÇÃO PARECIA NÃO TER MAIS JEITO. VIERA DE LONGE PARA ENCONTRAR UM VELHO SÁBIO QUE, NO FIM DAS CONTAS, ERA DOIDO DE PEDRA.
– ENRICO DECIDIU QUE NÃO QUERIA CONVERSAR COM NINGUÉM POR UM TEMPO, NEM MESMO COM SEU MOTORISTA. ELE CHECOU SE SUA GORDA BOLSA, CHEIA DE DINHEIRO, CONTINUAVA EM SEU PODER E FALOU AO MOTORISTA PARA ESPERAR.
– QUERIA DAR UMA ESPIADA.
– QUERIA PENSAR.
– CAMINHOU POR HORAS E HORAS NA CIDADE ANTIGA. À CERTA ALTURA, PASSOU POR UM HOMEM QUE TENTAVA TROCAR A RODA DA CARROÇA DELE. O HOMEM OLHOU PARA ELE E SEUS OLHOS SE CRUZARAM. ENRICO FICOU SEM GRAÇA. PARECIA QUE O HOMEM ESTAVA TRABALHANDO HÁ HORAS E FICOU CLARO QUE PRECISAVA DE AJUDA, MAS ERA UM TRABALHO DURO E COMPLICADO. ALÉM DISSO, NINGUÉM MAIS HAVIA PARADO PARA AJUDAR. ENTÃO, POR QUE ENRICO IRIA FAZÊ-LO? ELE CONTINUOU A SUA CAMINHADA E VOLTOU A PENSAR SOBRE SI MESMO E COMO FARIA PARA ENCONTRAR A FELICIDADE.
– O TEMPO PASSOU, E ENRICO FINALMENTE SE DEU CONTA DE QUE ESTAVA ESCURECENDO E NÃO HAVIA MAIS NINGUÉM NAS RUAS. ELE NÃO SABIA ONDE ESTAVA, NEM COMO FARIA PARA ACHAR SUA CARRUAGEM E O MOTORISTA.
– ENTÃO, DOIS HOMENS SALTARAM DA ESCURIDÃO. UM DELES USAVA UM TAPA-OLHO E CAMINHAVA COM UMA BENGALA. O OUTRO ERA BAIXO E NÃO TINHA DENTES. ELES GRITARAM PARA ENRICO:
– POR FAVOR, NOS AJUDE, SENHOR. ESTAMOS EM DIFICULDADES. O SENHOR PODERIA NOS DAR UM TROCADO?
– É CLARO QUE NÃO – DISSE ENRICO, TORCENDO O NARIZ. - SE VOCÊS PRECISAM DE DINHEIRO, QUE TRABALHEM. - COM ISSO, ENRICO SE VIROU PARA SAIR DALI.
DE REPENTE, OS DOIS HOMENS RESMUNGARAM ALGO E FRANZIRAM OS OLHOS. O BAIXINHO TINHA UMA VOZ AMEAÇADORA:
– DEVE HAVER UM ENGANO, DOUTOR. NÃO ESTAMOS PEDINDO O SEU DINHEIRO. VAMOS PEGAR TUDO.
– O HOMEM COM O TAPA-OLHO COMEÇOU A BRANDIR SUA BENGALA E A GRITAR PARA ENRICO.
– - VAMOS LEVAR SUAS ROUPAS TAMBÉM, SENHOR BACANA. E SEJA RÁPIDO.
ENRICO NUNCA FORA AMEAÇADO ANTES. PELA PRIMEIRA VEZ NA VIDA, ELE SENTIU MEDO. RAPIDAMENTE, LHES DEU O QUE QUERIAM, E OS DOIS HOMENS CORRERAM NOITE ADENTRO, SATISFEITOS COM UM TRABALHO BEM-FEITO.
ENRICO FICOU SÓ, DE CUECA E MEIAS, NUMA RUA ESCURA E VAZIA. ELE PODIA SENTIR AS LÁGRIMAS ESCORRENDO POR SEU ROSTO.
– - E AGORA? EU ME METI NUMA CONFUSÃO – MURMUROU PARA SI MESMO.
– FATO NÚMERO 4: PESSOAS INFELIZES SEMPRE ATRAEM MAIS INFELICIDADE.
– DE REPENTE, ELE OUVIU O BARULHO DE UMA CARROÇA DESCENDO A RUA.
– - SOCORRO! SOCORRO! - GRITOU ENRICO, ENQUANTO CORRIA PARA TENTAR FAZER A CARROÇA PARAR.
– - O QUE O SENHOR ESTÁ FAZENDO SEM ROUPAS NO MEIO DA RUA? - PERGUNTOU O HOMEM SIMPLES QUE DIRIGIA A CARROÇA.
– - FUI ROUBADO. DOIS LADRÕES APARECERAM E BATERAM EM MIM. ELES LEVARAM TUDO. POR FAVOR, ME AJUDE – GRITOU ENRICO, SENTINDO-SE TERRIVELMENTE HUMILHADO.
– - O SENHOR ME AJUDOU QUANDO EU PRECISAVA? - PERGUNTOU O HOMEM. ENTÃO ENRICO SE DEU CONTA DE QUE ERA O MESMO HOMEM QUE PRECISARA DE AJUDA PARA TROCAR A RODA DA CARROÇA, O MESMO HOMEM QUE ENRICO IGNORARA.
– - PEÇO MIL DESCULPAS – DISSE ENRICO, ARREPENDIDO DE NÃO TÊ-LO AJUDADO QUANDO TEVE CHANCE. ENRICO FICOU LÁ, PARADO, DE CUECAS, CHORAMINGANDO.
– - PARA ONDE O SENHOR ESTÁ INDO? - PERGUNTOU O HOMEM.
– QUERO IR SOARA GRANA PRETA, O MEU CASTELO – RESPONDEU ENRICO. - FICA AO PÉ DAS MONTANHAS TUTUABEÇA.
HOUVE UMA LONGA PAUSA. O CASTELO DE ENRICO ERA MUITO LONGE, E ELE TINHA CERTEZA DE QUE O HOMEM NÃO IRIA AJUDÁ-LO. ELE SE SENTIA INDEFESO E PERDIDO.
– - NA VERDADE, VOU PASSAR PELAS MONTANHAS TUTUABEÇA, E O LEVO ATÉ LÁ. MAS O SENHOR TERÁ DE TRABALHAR PARA MIM ATÉ CHEGARMOS – DISSE O HOMEM DA CARROÇA.
– - EU, TRABALHAR PARA VOCÊ? - EXCLAMOU ENRICO DE PRATA, BRANDINDO OS BRAÇOS COM RAIVA. SEM CHANCE. SOU O MERCADOR MAIS RICO DA REGIÃO. EU NÃO TRABALHO PRA NINGUÉM.
– - TODO O DINHEIRO DO MUNDO NÃO VAI LHE AJUDAR AGORA. BOA SORTE- DISSE O HOMEM, QUE COMEÇOU A SE AFASTAR.
– ENRICO ENTROU EM PÂNICO. SABIA QUE NÃO HAVIA OUTRA ESCOLHA.
– - POR FAVOR, VOLTE AQUI. DESCULPE SE O OFENDI. É CLARO QUE VOU TRABALHAR PARA VOCÊ.
– - BEM, ENTÃO SUBA – DISSE O HOMEM. - E NADA DE FICAR RECLAMANDO.
– - SEM RECLAMAR – REPETIU ENRICO, LUTANDO PARA SUBIR A BORDO COM SUAS MEIAS.
– - MEU NOME É FORFILLA – ANUNCIOU O HOMEM, ENQUANTO FAZIA O CAVALO ANDAR. , AS QUERO QUE ME CHAME DE SR. FORFILLA.
– - EU SOU ENRICO DE PRATA, MUITO HONRADO EM CONHECÊ-LO, SR. FORFILLA – DISSE ENRICO, ENXUGANDO AS LÁGRIMAS DOS OLHOS.
– - PONHA ISSO. O SENHOR ESTÁ RIDÍCULO – DISSE O SR. FORFILLA, ESTENDENDO UM COBERTOR QUENTE PARA ENRICO SE COBRIR.
QUANDO CHEGARAM À PERIFERIA DA CIDADE, ELES PARARAM NA FRENTE DE UMA PEQUENA LOJA. O SR. FORFILLA PEDIU A ENRICO QUE PEGASSE UMA ESCRIVANINHA DE MADEIRA EM SUA CARROÇA E A ENTREGASSE AO HOMEM QUE TRABALHAVA LÁ.
ENRICO SE SENTIU MEIO RIDÍCULO, POIS ESTAVA VESTIDO APENAS UM COBERTOR. MAS LEMBROU-SE DE SUA PROMESSA E FEZ O QUE LHE FOI PEDIDO.
ERA UMA ESCRIVANINHA PESADA. ENRICO PENOU PARA TIRÁ-LA SOZINHO DA CARROÇA E CARREGÁ-LA PORTA ADENTRO. ERA UM TRABALHO DIFÍCIL, E ENRICO ESTAVA TODO SUADO QUANDO RETORNOU Á CARROÇA.
AO SE PREPARAREM PARA CONTINUAR A JORNADA, M HOMEM BAIXINHO SAIU CORRENDO DA LOJA, BEIJOU A MÃO DO SR. FORFILLA E ENTÃO LHE DEU UM BELO PAR DE BOTAS.
QUANDO O HOMEM VOLTOU PARA DENTRO, O SR. FORFILLA SE VOLTOU PARA ENRICO E DISSE:
– CALCE ISSO. O SENHOR NÃO PODE EXECUTAR TAREFAS PARA MIM USANDO APENAS MEIAS.
– - ESTAS SÃO AS MELHORES BOTAS QUE JÁ VI - DISSE ENRICO, SENTINDO-SE AGRADECIDO PELA PRIMEIRA VEZ NA VIDA.
CALÇOU AS BOTAS, E ELAS ERAM DO TAMANHO CERTO. ELE SE AGASALHOU COM O COBERTOR, E OS DOIS CONTINUARAM A JORNADA.
ENRICO ESTAVA MUITO CANSADO E, EM QUESTÃO DE MINUTOS, ADORMECEU.
QUANDO ACORDOU, JÁ ERA DE MANHÃ. O SOL BRILHAVA, OS PÁSSAROS CANTAVAM, MAS A CARROÇA NÃO SE MOVIA.
O SR. FORFILLA ESTAVA TERMINANDO SEU CAFÉ-DA-MANHÃ. ELE OLHOU PARA ENRICO E DISSE:
– ACORDOU ANIMADO, SR DE PRATA? O SENHOR VAI ACHAR UMA VELHA CADEIRA NO FUNDO DA CARROÇA. QUERO QUE A ENTREGUE AO HOMEM QUE TRABALHA NAQUELA LOJA LOGO ALI.
ENRICO NÃO GOSTOU DE TER QUE TRABALHAR ANTES DO CAFÉ, MAS HAVIA FEITO UMA PROMESSA AO SR. FORFILLA E QUERIA CHEGAR EM CASA. ENTÃO DESCEU COM SUAS BOTAS NOVAS E SEU COBERTOR ENROLADO E PEGOU A CADEIRA NO FUNDO DA CARROÇA. À LUZ DO DIA, REPAROU QUE NÃO ERA UMA CADEIRA COMUM. ERA UMA DAS MELHORES CADEIRAS QUE O DINHEIRO PODIA COMPRAR, E HAVIA SIDO FEITA COM INACREDITÁVEL AMOR E CUIDADO.
– ISTO DEVE VALER UMA FORTUNA – EXCLAMOU ENRICO.
– O SR. FORFILLA LHE DISSE PARA FICAR QUIETO E CONTINUAR O SEU TRABALHO.
ENRICO CARREGOU A CADEIRA ATÉ A PEQUENA LOJA. LOGO CONCLUI QUE ERA UMA ALFAIATARIA, AO SE VER RODEADO DE TECIDOS E MÁQUINAS. LÁ, ATRÁS DE UMA MESA, SENTADO NUMA CADEIRA MUITO DESCONFORTÁVEL, ESTAVA UM HOMEM BEM VELHINHO.
– COLOQUE ALI - DISSE O SR. FORFILLA, QUE HAVIA ENTRADO ATRÁS DE ENRICO.
– OBRIGADO. O SR. É UM ANJO - DISSE O ALFAIATE AO SR. FORFILLA. - MINHAS COSTAS DOLORIDAS VÃO GOSTAR DESTE BELO PRESENTE. - ENTÃO O HOMEM SE AGACHOU SOB SUA MESA E TIROU DOIS CASACOS MUITO BEM DOBRADOS. -
– POR FAVOR, ACEITE. VÃO MANTER O SENOR E O SEU AMIGO AQUECIDOS NUMA NOITE FRIA.
– O ALFAIATE LHES ENTREGOU OS CASACOS MAGNÍFICOS, QUE ERAM FEITOS DA MELHOR COURO E COSTURADOS COM O MAIOR CUIDADO.
– ENRICO DE PRATA FICOU SEM FALA. ERA O MAIS BELO PRESENTE QUE JÁ GANHARA.
– OS PRÓXIMOS DEZ DIAS SE SEGUIRAM DA MESMA FORMA. O SR.FORFILLA APARECIA COM UM MONTE DE COISAS DO FUNDO DE SUA CARROÇA(MARTELOS, QUADROS, LENÇÓIS E UM INFINITO SUPRIMENTO DE MÓVEIS E ROUPAS), E ENRICO AS CARREGAVA PARA DENTRO DAS CASAS E LOJAS DE OUTRAS PESSOAS.
ELE NUNCA HAVIA TRABALHADO TANTO NA VIDA. NUNCA HAVIA VISTO TANTA GENTE SORRIR. ESTAVA COMEÇANDO A SE SENTIR BEM CONSIGO MESMO.
FATO NÚMERO 5: SORRIR E CONTAGIOSO.
TODA VEZ QUE ENRICO ENTREGAVA ALGUMA COISA A ALGUÉM, GANHAVA DE VOLTA UMA OUTRA IGUALMENTE ÚTIL. E AO FIM DE CADA DIA, UM DESCONHECIDO BONDOSO OFERECIA A ELE E AO SR. FORFILLA UMA REFEIÇÃO E UMA CAMA QUENTE PARA DORMIREM.
ÁS VEZES HAVIA MÚSICA, E ELES CANTAVAM E DANÇAVAM.
ENRICO ESTAVA DORMINDO MELHOR DO QUE NUNCA EM SUA VIDA.
QUANDO ESTAVAM QUASE CHEGANDO AO SEU DESTINO, ENRICO SE VIROU PARA O SR.FORFILLA E DISSE:
– SUA VIDA É EXTREMAMENTE SIMPLES, E AINDA ASSIM PODE-SE VER QUE É UMA VIDA FELIZ. COMO PODE SER?
O ROSTO DO SR.FORFILLA SE ILUMINOU, E SEUS OLHOS BRILHARAM COMO SE HOUVESSE UM MONTE DE VELAS ESCONDIDAS.
– SOU FELIZ PORQUE CONHEÇO UM SEGREDO – RESPONDEU ELE.
– E QIE SEGREDO É ESSE? - PERGUNTOU ENRICO.
– NA VERDADE, É BEM SIMPLES – RESPONDEU O SR.FORFILLA. - SE VOCÊ PARTILHA O QUE POSSUI E PENSA NOS OUTROS ANTES DE PENSA EM SI MESMO, VOCÊ VAI ENCONTRAR A FELICIDADE.
ENRICO FICOU SURPRESO E SILENCIOSO, POIS ERA EXATAMENTE O QUE O VELHINHO DA CIDADE ANTIGA LHE DISSERA. MAS CONTINUAVA CONFUSO. ELES ESTAVAM RODANDO POR HORAS NO MEIO DE UMA FLORESTA, E ENRICO DECIDIU PEGAR AS RÉDEAS POR UM TEMPO, PARA QUE O SR. FORFILLA PUDESSE DESCANSAR.
ELE SE AGASALHOU COM O CASACO DE QUE TANTO GOSTAVA E, ENQUANTO O SR. FORFILLA DORMIA, PENSAVA COMO ERA AFORTUNADO POR TER ESTE BELO E QUENTE CASACO NUMA NOITE TÃO FRIA.
LEMBRO-SE DE COMO AS PESSOAS HAVIAM SIDO GENTIS. PERCEBEU QUE POR MAIS DE UMA SEMANA NÃO PENSAVA SOBRE A QUANTIDADE DE DINHEIRO QUE POSSUÍA. PERCEBEU QUE ESTAVA FELIZ.
QUANDO ALCANÇARAM OS LIMITES DA FLORESTA, PASSARAM POR UM MENDIGO TRÊMULO E DESCALÇO, QUE NÃO TINHA UM CASACO OU BOTAS PARA SE AQUECER. ENRICO TEVE PENA, MAS CONTINUOU EM FRENTE.
NO MEIO DA ESTRADA, PORÉM ELE PARAOU DE RENTE. FINALMENTE, HAVIA ENTENDIDO O QUE TODO MUNDO VINHA LHE DIZENDO. ELE TINHA ALI A OPORTUNIDADE DE ATENDER ÀS NECESSIDADES DE OUTRA PESSOA ANTES DAS SUAS.
ELE DESCEU DA CARROÇA E CORREU DE VOLTA PARA O MENDIGO. DEU A ELE SEU CASCO E SUAS BOTAS, ALÉM DE UM GRANDE ABRAÇO E UM BEIJO.
– POR FAVOR, ACEITE! ISSO ME FARÁ EXTREMAMENTE FELIZ – EXCLAMOU.
ANTES QUE O MENTIGO PUDESSE DIZER OBRIGADO, ENRICO CORREU DE VOLTA PARA A CARROÇA.
QUANDO O SOL ESTAVA NASCENDO. O SR. FORFILLA ACORDOU E VIU QUE ENRICO TINHA O VELHO CORBERTOR ENROLADO EM SEU CORPO E NADA ALÉM DE UM PAR DE MEIAS NOS PÉS.
– O QUE ACONTECEU COM SUAS ROUPAS? - PERGUNTOU.
ENRICO NÃO DISSE NADA, APENAS SE VIROU PARA O SR.FORFILLA E SORRIU PELA PRIMEIRA VEZ DESDE QUE DEIXOU DE SER CRIANÇA. SEU ROSTO S ILUMINOU E SEUS OLHOS BRILHAVAM COMO SE HOUVESSE UM MONTE DE VELAS ESCONDIDAS POR TRÁS DELES. O SR. FORFILLA SABIA EXATAMENTE O QUE HAVIA ACONTECIDO.
– NÓS ESTAMOS AGORA AOS PÉS DAS MONTANHAS TUTUABEÇA E POSSO VER SEU CASTELO DAQUI – DISSE O SR.FORFILLA.
– COMO O SENHOR SABE QUE AQUELE É MEU CASTELO? - PERGUNTOU ENRICO.
– PORQUE ERA MEU, ANTES DE O SENHOR COMPRÁ-LO – RESPONDEU O SR. FORFILLA. - JÁ FUI UM HOMEM MUITO RICO, E VIVIAS SOZINHO NAQUELE GRANDE CASTELO. MAS NÃO ERA FELIZ, ATÉ QUE DESCI DO MEU PEDESTAL E PARTILHEI O QUE EU TINHA COM OS OUTROS.
– ENRICO ESTAVA CHOCADO. ELE COMEÇAVA A VER AS COISAS COMO ELAS ERAM.
– ENTÃO É POR ISSO QUE O SENHO TINHA TODAS AQUELAS CADEIRAS LUXUOSAS! - EXCLAMOU.
– VEJO QUE É BEM ESPERTO PARA ALGUÉM COM UM NOME TÃO BOBO – DISSE O SR. FORFILLA.
– ENRICO OLHOU PARA O ALTO E RIU. ELE SABIA QUE HAVIA APRENDIDO UM SEGREDO MUITO IMPORTANTE SOBRE A FELICIDADE.
– LOGO CHEGARAM AO GRANAPRETA, E ENRICO PULOU DA CARROÇA.
– VENHA PARA DENTRO E EU LHE FAREI UM SANDUÍCHE – OFERECEU ENRICO.
– E OLHA QUE EU VOU MEMO – ACEITOU O SR.FORFILLA.
E OS DOIS AMIGOS ENTRARAM NO CASTELO.
FATO NÚMERO 6: QUANDO SE APRENDE A PARTILHAR, VOCÊ NÃO ENCONTRA SÓ FELICIDADE. ENCONTRA TAMBÉM UM AMIGO.
Fonte: Madona. Enrico de prata.–1ª ed.–Riode janeiro : Rocco, 2005.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Dia do folclore - 22 de Agosto.
Os hábitos do povo, que foram conservados através do tempo.
Dia do Folclore 22 de agosto - Decreto no. 56747 de 17/08/1965.
Utilizando a sua imaginação, o povo procura resolver os mistérios da natureza e entender as dificuldades da vida e seus próprios temores.
ORIGEM DO FOLCLORE BRASILEIRO?Atirei o pau no gato-to
Mas o gato-to não morreu-reu-reu
Dona Chica-ca admirou-se-se
Do berro, do berro que o gato deu:
Miau!
A CANOA VIROU
Por deixá-la virar,
Foi por causa do(a) (nome de pessoa)Que não soube remar.
Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,Tirava o(a) (nome da pessoa)Do fundo do mar.
Como brincar: As crianças giram na roda cantando a primeira quadra, na qual é mencionado o nome de uma delas. Esta, deixando as mãos das colegas, faz meia volta, dá-lhes as mãos e, de costas para o centro da roda, continua a caminhar. Novamente é cantada a primeira quadra, sendo escolhida a criança que estiver à esquerda daquela que virou. Quando todas estiverem de costas para o centro da roda, passa a ser cantada a quadra seguinte e, uma a uma, as crianças voltam à posição inicial.
CAI, CAI, BALÃO
Cai, cai, balão!
Cai, cai, balão!
Na rua do sabão.
Não cai, não!
Não cai, não!
Não cai, não!
Cai aqui na minha mão!
O CRAVO BRIGOU COM A ROSA
O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada;
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar;
O cravo teve um desmaio,
A rosa pôs-se a chorar.
A Folia de Reis é uma das várias comemorações de caráter religioso que se repetem há séculos em nosso país. Ela é realizada entre a época do Natal e o Dia de Reis, em 6 d e janeiro. Grupos de cantadores e músicos percorrem as ruas de pequenas cidades como Parati, no Rio de Janeiro, e Sabará, em Minas Gerais, entoando cânticos bíblicos que relembram a viagem dos três Reis Magos que foram a Belém dar boas-vindas ao Menino Jesus.De origem portuguesa e com características diferenciadas em cada região do Brasil, a Festa do Divino é composta de missas, novenas, procissões e shows com fogos de artifícios.
Em cidades do Maranhão, bonecos gigantes divertem as crianças, enquanto grupos de cantadores visitam as casas dos fiéis recolhendo ofertas e donativos para a grande festa de Pentecostes.
Em Piracicaba, interior de São Paulo, as comemorações ocorrem em julho, às margens do Rio Piracicaba, reunindo milhares de pessoas.
Em Belém do Pará acontece anualmente em outubro uma grande festa religiosa que chega a reunir cerca de 1 milhão de pessoas: o Círio de Nazaré. A multidão lota as ruas da cidade para acompanhar a procissão, que dura até cinco horas, em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré. Os romeiros que vão pagar promessas pela cura de doenças, por exemplo, andam descalços e seguram a corda de isolamento que protege a santa. No final, os participantes vestem roupas novas e se alimentam dos pratos típicos da região, como o pato no tucupi, o tacacá e o arroz com pequi. Conheça agora algumas das nossas festas populares:
CARNAVAL
O carnaval é a maior festa popular do Brasil. Adultos e crianças caem na folia, com fantasias e máscaras, nos dias dedicados à diversão e às brincadeiras. O feriado oficial é na terça-feira que antecede a Quarta-Feira de Cinzas.Em Portugal, ele foi chamado de “entrudo”, pois ocorria antes da entrada na Quaresma.Personagens característicos e tradicionais do carnaval:
MOMO Segundo a mitologia greco-romana, Momo era o filho do sono e da noite e sua função era cuidar das ações dos deuses e dos homens.De acordo com a história da Arte, era o ator que representava nas peças populares do teatro. Originou-se dos bobos encarregados de divertir os senhores portugueses com mímicas e farsas populares.
ARLEQUIM Personagem da antiga comédia italiana, que tinha a função de divertir o público com piadas nos intervalos das apresentações. Amante de Colombina
COLOMBINA Companheira de Pierrô. Namoradeira, alegre, bela, esperta. Vestia-se de seda ou cetim branco e usava saia curta e bonezinho.
PIERRÔ Usava calça e casaco bem largos, este de grande gola franzida e enfeitado com pompons. Pierrô é o personagem ingênuo e sentimental do carnaval.
FESTAS JUNINAS
As festas juninas são comemoradas no mês de junho e são feitas em homenagem a três santos da Igreja Católica:
Santo Antônio — 13 de junho São João — 24 de junho São Pedro — 29 de junhoParece que a tradição de fazer grandes festas no mês de junho existe desde a época em que nossos antepassados deixaram de viver apenas como caçadores e passaram a se dedicar à agricultura.Na Europa, depois de um inverno sempre longo, os primeiros sinais do verão e da volta do calor aparecem no mês de junho e, nessa época, começaram a ser feitas enormes festas, com grandes fogueiras, muita comida, bebida, cantos e danças, para agradecer aos céus pela chegada do verão e para pedir uma boa colheita.Com o tempo, essas festas começaram a ter padroeiros e, finalmente, incorporaram os santos da Igreja Católica. A tradição de homenagear os santos católicos em grandes festas foi trazida ao Brasil pelos portugueses e, depois, por outros imigrantes, principalmente os italianos.
Santo Antônio - 13 de junhoSanto Antônio, que se chamava Fernando de Bulhões antes de se tornar membro da Ordem de São Francisco, nasceu em Lisboa, em 15 de agosto de 1195, e morreu perto da cidade italiana de Pádua em 13 de junho de 1231.No Brasil, é um dos santos mais populares e considerado o “santo casamenteiro”, além de ser o padroeiro de quase 230 cidades.
São João - 24 de junho São João Batista recebeu esse nome porque batizava as pessoas no Rio Jordão, poucos anos antes do ano zero da Era Cristã. Foi ele que, segundo a tradição católica relatada na Bíblia, batizou Jesus, cuja chegada ele profetizava com paixão. No ano de 28, a sua cabeça foi cortada e servida numa bandeja a Salomé, que havia pedido isso ao ditador Herodes.Existe uma tradição popular que diz que São João passa o dia inteiro de sua — festa 24 de junho — dormindo e, se acordasse, não resistiria ao clarão das fogueiras e desceria do céu para festejar também, o que provocaria a destruição do mundo pelo fogo.
São Pedro - 29 de junho São Pedro foi o apóstolo a quem Jesus entregou as chaves do reino dos céus e o escolhido para construir a Igreja Cristã. Seu nome era Simão e ele recebeu de Jesus o nome Pedro, que significa "rocha". Embora não se saiba com certeza, é provável que ele tenha morrido crucificado em Roma, na época do imperador Nero, por volta do ano 64.Em 1950, o túmulo de São Pedro foi encontrado embaixo da enorme basílica que leva seu nome, no Vaticano.
MAIS FESTAS POPULARES:
Lavagem do Bonfim
Fandango
Torém
Cavalhada
Pau-da-Bandeira
Congada
Círio de Nazaré
Festa do Divino
Candomblé
Capoeira
(Fonte: http://amigasdaedu.blogspot.com/2009/07/dia-do-folclore-22-de-agosto.html
Folclore Brasileiro = http://o2o2.vilabol.uol.com.br/O que é o folclore, Origem do folclore, Festas folclóricas, Músicas folclóricas, Lendas, Mitos, Festas populares, Folclore Brasileiro, Folclore, Tradições folcloricas.)
Histórias para ler e viajar pelo imaginário
- A princesa e a ervilha
O que significa trabalho em equipe?
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...
O porco disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
A vaca lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.
Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.
Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...
MORAL DA HISTÓRIA:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
(Fonte: catequistasheila)



